
Olha para isso: casquinha crocante, risoto perfeito e um limãozinho para deixar tudo ainda melhor: loucura, loucura, loucura
Este é mais um textinho pinçado lá dos arquivos do Direto do Rio de Janeiro, cada vez mais difíceis de encontrar na internet. É que, aqui no fechamento do Boa Viagem, bateu uma fome danada. E fiquei salivando só de pensar neste bife à milanesa, uma das coisas mais perfeitas que a tradição culinária foi capaz de criar, que no Gero ganha status de divindade gastronômica. Com um risotinho milanês cremoso como este, então, é de fazer chorar. Eu quero, eu quero, eu quero!!!
COMO POSSO COMER OUTRO BIFE À MILANESA – Publicado em 6/9/2008
Fiquei um mês visitando botecos. E ontem, depois de quase 15 dias escrevendo sobre restaurantes, com o trabalho já quase pronto, resolvi me dar um presente: almoçar no Gero. Mais especificamente, a costoleta di vitelo alla milanese (ou seja, costeleta de vitelo à milanesa) . Já faz tempo que estava para provar o prato. Mas em todas as visitas, seja ao Gero, ao Fasano Al Mare ou ao Fasano, em São Paulo, sempre fiquei tentado a pedir, mas acabava escolhendo outros. Afinal, a concorrência é pesada. Às vezes, em bons restaurantes, para quem gosta, escolher o que comer chega a ser um suplício.
Mas ontem eu merecia.
Sou fã de coisas à milanesa, de uma maneira geral. E nunca havia provado uma carne empanada assim tão boa. A casquinha de pão que envolve o vitelo é crocante e leve, muito delicada. A carne, cortada finamente e ainda agarrada ao osso, é macia, com sabor suave. Casa-se perfeitamente com o risoto de açafrão (ou milanês, como preferir), de um amarelo vivo difícil de se alcançar por aí. Sem falar no ponto exato de cozimento dos grãos e na cremosidade que um dia hei de reproduzir em casa. Queijinho ralado na hora por cima e pronto. Para acompanhar, um Château de l’Amarine Cuvée des Bernis 2004, vinho do Sul da França, equilibrado corte de Syrah e Grenache escolhido com maestria pelo sommelier Eduardo Ferreira. Foi uma daquelas refeições emocionantes.
Amei o meu almoço, que ainda teve bruschettas de tomate com manjericão na torradinha de miga e uma tarte tatin com sorvete de baunilha. Sem falar naqueles chips de abobrinha que o mundo adora. Mas voltei para casa com um problema: como é que eu vou comer um bife à milanesa a partir de agora? Me explica?
04/11/2009 às 10:31 |
E de quanto é a facada, Bruno? Bjs.
04/11/2009 às 11:34 |
Olá. Uns R$ 69, R$ 73, algo por aí. Vale, vale cada centavinho.
04/11/2009 às 12:27 |
Hmmmm R$ 70 é só o prato, né? Mais a facada do vinho… De qualquer forma, não posso emitir um “parecer” sobre o assunto até provar! Então mesmo que seja só pra falar que NÃO vale, precisamos conferir!
Dura vida essa nossa…
13/12/2009 às 21:29 |
[...] Gero [...]
26/03/2010 às 14:18 |
[...] o assunto é refeição incrível no Rio, impossível passar batido pelo clã Fasano. Tanto o Gero quanto o Al Mare são absolutamente infalíveis. No almoço executivo, com menu a R$ 70 mais ou [...]
06/08/2010 às 13:51 |
[...] nesta categoria tradicional. Não me animaria a ir ao Fasano al Mare no próximo domingo, mas ao Gero, sim, com certeza. Também são nomes altamente recomendáveis o Da Brambini e o D’Amici, ambos [...]
04/04/2013 às 19:48 |
Um belo bife alla milanesa, so que dessa vez. Faca um pire de palmito popunha nas ervas com mechamel aromatizado com cubos de damasco. Eu ja comi! Rs