Buenos Aires a pé

Casa Rosada: sem grana para pintar a fachada hermanos deixam a tinta desbotada

Casa Rosada: sem grana para pintar a fachada hermanos deixam a tinta desbotada

Plana, arborizada, dona de incontáveis monumentos, jardins bem cuidados e esplendor arquitetônico, Buenos Aires parece ter sido inventada para ser desvendada a pé. Quando o frio do inverno chega, o tempo seco favorece as caminhadas – aquecidas pelo calor do sol, tão brando e insistente quanto brilhante -, mas é importante contar com cachecóis, luvas, gorros e um bom casaco. Lenta e atentamente aprecia-se a atmosfera européia, embebida em uma impressionante infusão cultural adocicada, onde não faltam museus, galerias de arte, teatros, feiras de artesanato, gente bonita e elegante e muita badalação noturna. Embutidos em todos os ambientes, artistas de rua transformam a cidade, que é um museu a céu aberto, em um imenso palco: dançarinos de tango, pintores, escultores, homens-estátua, músicos, malabaristas e toda a sorte de personagens animam e colorem as zonas turísticas. Para aproveitar a refinada capital argentina da melhor maneira, a pé em tranqüilas caminhadas, Viagem montou sete opções de roteiro que passeiam pelas principais atrações da cidade: Boca, San Telmo, Recoleta, Palermo, Avenida de Mayo, Puerto Madero e o Centro, um enorme e fervilhante cinturão entre as avenidas Corrientes, 9 de Julio e Reconquista, que belisca ainda a Praça San Martin, e a elegância da Calle Arroyo. Portanto, calçados confortáveis e disposição devem constar na bagagem do viajante. Para cumprir os trajetos sugeridos, três dias são suficientes: ou seja, os pacotes de fim de semana satisfazem, embora deixem um gostinho de quero mais no ar.

Isso não quer dizer que os táxis, baratíssimos, devam ser desprezados: ao contrário, servem para os deslocamentos mais longos, a partir do hotel ou à  noite. Mas deve-se ter cuidado. Uma boa maneira de evitar motoristas mal-intencionados é pedir à recepção do hotel ou ao restaurante que solicite um carro, de preferência de uma cooperativa. Não se paga um centavo a mais por isso e é uma garantia contra os (muitos) vigaristas de plantão.

Ademais e sobretudo, caminhar é uma bela maneira de reduzir as calorias adquiridas através das muitas empanadas, tiras de asado, bifes de chorizo, alfajores e sorvetes acumulados durante a viagem. Afinal, assim como apreciar os passos lascivos e os acordes dramáticos do tango, comer bem é mandamento em Buenos Aires. A cada esquina, restaurantes, bares e cafés refinados convidam à farra gastronômica – tudo regado pelos cada vez mais consistentes e exaltados vinhos argentinos. E o que é melhor: a preços irresistivelmente sedutores.

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6 Respostas to “Buenos Aires a pé”

  1. Bruno Mathiad Says:

    Valeu pelas dicas !!!

    Estou indo para lá, no final do mês.

  2. brunoagostini Says:

    Aguarde, xará. Que nos próximos 10 dias vão entrar textos diários sobre Buenos Aires. Apareça

  3. Júlio Says:

    Táxis baratos demais e o cambio deve ser feito logo na saída da alfadenga banco de la nacion e de uma espiada aqui
    http://www.dolarhoy.com/indexx.php#real

  4. Júlio Says:

    D~e uma olhada aqui http://www.dolarhoy.com/indexx.php#real

  5. Júlio Says:

    Táxi bem barato.cerveja panagonia maravilhosa.Palermo Soho é o lugar

  6. Júlio Says:

    PATAGÔNIA

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