12 dias perfeitos no Rio de Janeiro

Cachoeira depois da praia é a maior onda

Olá, Marly, tudo certo?
Não pense que me esqueci de você. Demorei porque foi um post relativamente trabalhoso, mas muito gostoso de fazer – e que pode ser muito útil para quem vem visitar a cidade.
Pois bem, você me pediu uma sugestão de roteiro de 12 dias no Rio de Janeiro e vou tentar ser rápido, sem entrar nos detalhes dos programas.
Para quem não lembra, vou dar uma refrescada na memória. A Marly apareceu há uns posts atrás, quando escrevi sobre um roteiro de fim de semana no Rio, pedindo dicas para 12 dias pela cidade. Achei uma boa oportunidade de fazer um roteiro mais longo, com vários programas. Um circuito que pode servir para qualquer turista, que pode ser usado de várias maneiras: de trás pra frente, aleatoriamente, como fonte de consulta, inspiração. Para quem nunca esteve na cidade é um roteiro básico, que permite entender o Rio em suas várias nuances e matizes.
(Não deixem de ler a atualização que eu fiz com as dicas dos leitores na caixa de comentários, porque a voz do povo é a voz de Deus)

Ela chega no dia 3 pela manhã e volta no dia 15.
Vamos lá?

Dia 3 de março é uma terça-feira.

3 de março – Terça-feira
Chegou de manhã? Eu programaria para a tarde uma caminhada no Jardim Botânico – de preferência logo depois de um almoço no Filé de Ouro. Assim dá para desintoxicar, esticar as pernas da viagem (isso faz um bem danado) e aproveitar o parque num dia mais tranqüilo. E ainda dá para tomar um café no fim de tarde lá dentro mesmo, no Café Botânica. Aproveite que está por ali e passeie pelos ateliês da região, que virou praticamente uma república de artesãos, estilistas, pintores, escultores, designers e artistas de todos os gêneros (parte da Gávea e a Dias Ferreira, no Leblon, também têm aglomerações de lojinhas do mesmo tipo, muito charmosas, em pequenos prédios ou vilas). À noite, para logo entrar no clima, sugiro um samba no Rio Scenarium ou no Carioca da Gema – há, ainda, outros ritmos em outras casas da região. A Lapa é quase inesgotável, mesmo numa terça-feira.

4 de março – Quarta-feira
Bom acordar tarde e torcer para o dia estar claro – lembrando que não são lenda as águas de março e, portanto se prepare para chuvas fortes no fim do dia. Aproveite a praia logo antes do almoço, deixando para comer alguns clássicos das areias cariocas. Eu sugiro os sanduíches do Uruguaio, no Posto 9, facilmente identificado pela bandeira. Vai ter que rolar, ainda, um Biscoito Globo acompanhado do Mate Leão e dá até para recorrer a algum japa rápido que faça entregas na praia (o serviço de entrega de comidas e bebidas na praia cresceu bastante, é uma tendência que tá se consolidando neste verão). E, entre os picolés e sorvetes, prefira os da Itália, os mais cariocas, naturais e gostosos – Kibon pra quê? Dá até para tomar um chopinho nas carrocinhas. Quando o tempo fechar, uma boa sesta nos deixa em forma para a noite. Quarta é legal ir a um boteco ver o jogo da rodada, às 22h, na TV de algum boteco. Ver jogo em boteco é algo muito carioca (só há uma restrição: quem não tolera palavrões deve evitar o programa). E faça como eu, torça pelo Mengão que é sempre mais divertido.

5 de março – Quinta-feira
Já ambientada à cidade, que tal encarar um cartão-postal? Vá até a estação do trenzinho do Corcovado e embarque até a estátua do Cristo. Se gostares de trilhas, cachoeiras e contato com a mata, reserve a parte da tarde para explorar os domínios do Parque Nacional da Tijuca – ou, quem sabe, subir pela floresta até a estátua com um guia credenciado. Em alguns lugares do parque dá até para comprar uma carninha e fazer um churrasquinho, ou um piquenique, quem sabe? Há mesas a poucos passos de gostosas cachoeiras (na foto), nem parece que estamos no Rio, bem no meio da cidade, aliás. Duvido que se arrependa de explorar a mata. Depois de um dia na floresta, a recompensa pode ser um jantar de gala. Caso haja bala na agulha eu sugiro o Le Pré Catelan, o melhor restaurante da cidade. Com muito menos dá para se ter um jantar bem romântico no Zazá Bistrô. Também vai bem uma passada no Sawasdee, o tailandês buziano que chegou com tudo ao Rio.  Ou outro bom restaurante que seu bolso ou gosto pessoal determinem (não se esqueça de ter em mãos o Guia Quatro Rodas, o mais confiável). Mas acho que depois de umas caminhadas, um belo jantar é um merecido presente.

6 de março – Sexta-feira
Sexta-feira, ótimo dia para atravessar a ponte rumo a Niterói. Se der para ir ou voltar de barca, melhor ainda. Acho um passeio agradável (se não der desta vez, tente fazer na viagem ao menos um passeio de barco, seja no Pink Fleet, com a turma do Macuco Rio, em qualquer saveiro ou nas embarcações da Marinha. Quase todos estão bem próximos do Centro e podem constar em algum roteiro pela área). Vá seguindo pela orla e dê a clássica paradinha no MAC para ver que, de fato, a vista do Rio a partir de Icaraí é espetacular. Vá seguindo até as praias oceânicas e estique a canga, de preferência, em Itacoatiara, a mais badalada do pedaço. Na volta, pare no Caneco Gelado do Mário para uns pastéis de siri, bolinhos de bacalhau, empadinhas de lagosta e camarões no alho e óleo, além de uma infinidade de pratos e petiscos com peixes e frutos do mar. Se quiser pode só fazer uma boquinha ali, deixando o altar (mistura de almoço com jantar, que acontece ali por volta das 20h e, como sugere o nome, é uma econômica fusão do almoço com o jantar, muito recomendada – e praticada por mim – para não ser obrigado a interromper um belo dia de praia para comer, isso sem falar nos benefícios orçamentários e mesmo estéticos) para o ótimos restaurante português Gruta de Santo Antônio. De lá para cama sob a bênção dos doces conventuais.

7  março – Sábado
Dia perfeito para passear pelo Centro é o sábado, bem mais vazio mas com algum movimento, mais que no domingo, por exemplo. Aproveite a exposição em cartaz no CCBB, uma retrospectiva sobre 200 anos de arte brasileira. Muitos restaurantes fecham as portas neste dia. Um dos que ficam abertos é o Casual (que tem um bar e um restaurante nas cercanias do Arco do Teles: o primeiro fica na Rua do Ouvidor, o outro, na Rua do Rosário. O chope é muito bom e a comida, gostosa, farta e com preços justos. Pode se esbaldar com as receitas portuguesas e com clássicos dos botequins cariocas). E não se esqueça: todo o primeiro sábado do mês acontece a Feira do Rio Antigo, na Rua do Lavradio, um mix cultural que aglomera antiquários abertos, samba e choro, feijoadas e outros quitutes, chopes e caipirinhas, além de muita animação ao ar livre. É cruzar os dedos para não chover.  Difícil vai ser querer ir embora da Lapa. A gente vai ficando, ficando, ficando. Quem sabe o dia não termina num restaurante de Santa Teresa ou nas mesas do Nova Capela, do Cosmopolita ou da Adega Flor de Coimbra, três clássicos restaurantes da Lapa, altamente recomendáveis, tradicionais, uma refeição com tempero de Rio Antigo.

8 de março – Domingo
Domingo é sempre um bom dia para passear pelo Parque da Tijuca (e aquele churrasquinho indica para quinta-feira pode bem ficar para hoje). Acorde cedo para pegar uma boa mesa. Na volta evite a Barra da Tijuca, volte pelo Horto, sem trânsito. Se você descer da montanha direto para um bom samba vai tirar onda. Termine o dia com uma roda de primeira, que começa ali pelas 20h, no Bip Bip, em Copa. Dali, aproveite a boa oferta gastronômica do bairro (que você pode conhecer lendo este post aqui) para fazer uma boquinha antes de desmaiar de sono.

9 de março – Segunda-feira
Ainda sob a animação da noite anterior, siga sua incursão pelo mundo do samba e aproveite uma das melhores rodas da cidade, capitaneada pelo onipresente boa-praça Moacyr Luz, o Samba do Trabalhador, a melhor oportunidade de passear pela Zona Norte. Antes de seguir ao Clube Renascença, onde acontece a festança a partir do meio da tarde, passe no bar Enchendo Linguiça, no Grajaú, para se deliciar com o seu incrível joelho de porco preparado naquelas TVs de cachorro onde geralmente são assados frangos. Incrível. Se boteco for a sua praia, passe no bar do Costa, que não faria feio a qualquer bom bar de tapas da Espanha. São dezenas de petiscos, uns expostos no balcão e outros feitos na hora. Do torresminho à inusitada combinação de maxixe, jiló e quiabo, é tudo muito bom. E a cerveja, sempre gelada. Sair do Samba do Trabalhador direto para ali seria um desfecho de ouro para a sua segunda-feira. E eu ficaria orgulhoso de você.

10 de março – Terça-feira
Dedique um dia inteiro ao Leblon. Comece em grande estilo, se nutrindo com os sucos incríveis do Universo Orgânico. Nesta fase do dia ainda vale explorar sucos de outros emblemas da especialidade no Leblon,o bairro que contém a maior densidade de casas de sucos fora-de-série do Rio. Aproveite que a fama da praia ainda corre à boca miúda e se posicione nas areias entre os hotéis Marina,  o ponto mais badalado deste verão. Gaste a tarde lá. Se gostar de extravagâncias enogaastronômicas arrisque uma incursão ao Bar d’Hotel, onde o chef Felipe Bronze coordena a cozinha. É um dos chefs mais inventivos e polêmicos do Rio. Muita gente critica. Sempre que como seus pratos eu aprovo.

11 de março – Quarta-feira
Reserve a quarta-feira para a Urca. Lendo este post você pode conhecer algumas dicas do bairro. Suba o bondinho, claro, aproveite para caminhar pelas ruas tranqüilas, pare para uma cervejinha com petiscos na mureta do Bar Urca (tem que ficar na mureta, senão não tem graça, tá?). Mas antes de seguir para o bairro, estique até o MAM para ver a exposição de Vik Muniz. E termine o dia no samba do Bar da Rampa, no Clube de Regatas Guanabara. Fica na beira da baía, bem perto da Urca. O samba é ótimo, a cerveja é gelada, os freqüentadores são divertidos e os petiscos de frutos do mar, muito gostosos.

12 de março – Quinta-feira
Aproveite que os restaurantes já funcionam, que a Casa do Pontal está aberta e que a quinta-feira garante uma praia mais vazia para direcionar a bússola à Barra da Tijuca e arredores. Vá pela manhã, no contrafluxo. Assim que possível tome a orla e pare logo no Pepê, eterno point da Barra, se quiser um banho urgentemente. Ou, então, o que é melhor, espere um pouco até chegar ao filé, a Reserva. Ande um pouquinho, se isole, e aproveite uma praia urbana só sua. Mergulhe à vontade para, então, observar um momento cultural. Reserve uma hora para uma visita à Casa do Pontal, um incrível museu de arte figurativa. E dali em diante é só escolher o restaurante, sabendo que: os de Vargem Grande estão mais próximos, os de Guaratiba mais distantes. E são tantos recomendáveis: Bira, Quinta, 476, Jardinetto, Rancho Petisco, Tia Palmira… Não queria estar na sua pele e ter que escolher só um.

13 de março – Sexta-feira
Se esta é a sua primeira vez no Rio e nunca visitou nenhuma cidade da Região dos Lagos, sugiro um bate-e-volta a Búzios, melhor se de carro alugado. Num cenário cansativo dá até para ir e voltar no mesmo dia. Mas eu passaria pelo menos um fim de semana por lá.
Mas vamos seguir em frente, tratando do Rio, porque se for para falar de um fim de semana em Búzios precisamos gastar outro post. Vamos fingir que você não quer saber de arredores e preferiu ficar no Rio.  Que tal começar o dia com um café da manhã (só disponível depois das 9h30, 10h) na Colombo do Forte, no Forte de Copacabana, com uma vista incrível da cidade. Aproveite para conhecer as instalações militares e, quem sabe, subir da roda-gigante que pelo segundo verão seguido se instala ali. Aproveite para dar uma passada no Posto 6 (se você gostar de cozinhar e tiver condições de fazer isso, passe na colônia de pescadores do Post 6, logo ali. Ultimamente, acompanhando as pesquisas de popularidade, só tem dado lula no Rio de Janeiro. Todos os dias vários barcos ficam ali na frente da Praia de Ipanema, pegando os moluscos, que estão baratinhos lá. Aqui em casa só tem dado lula também: à romana, com arroz e brócolis, com shiitake no vapor…).  Além de comprar pescados, eu também adoro mergulhar ali, água calminha, boa de nadar, com um belo panorama da praia de Copacabana, toda esparramada.  Sem falar que é muito gostoso fotografar os barquinhos. E também é divertido acompanhar a chegada das embarcações cheias de peixes. Termine o dia numa das noitadas mais agradáveis da cidade, o Samba, Luzia, o terraço do Clube Santa Luzia, ao lado do Aeroporto Santos Dumont, a partir das 22h. A vista da baía é daquelas que só o Rio tem, que enchem o carioca de orgulho e abestalham quem vê.

14 de março – Sábado
Acorde e vá direto à Praça General Glicério, em Laranjeiras, onde nas manhãs de sábado acontece uma deliciosa roda de choro, bem família, com muitas crianças. Ao redor, ótimas caipirinhas, bolinhos de bacalhau e uma feira com ótimas barracas de frutas, verduras e legumes, beleza para quem curte cozinhar e tem como fazer isso visitando a cidade (não é todo o turista que tem acesso às panelas e fogões). De lá percorra os botecos do bairro, dê uma passada no Largo Boticário e arrisque uma visita ao Museu de Arte Naïf, que anda com funcionamento irregular, lamentavelmente. Suba até Santa Teresa para curtir o fim de tarde. Ela pode começar com um drinque no Hotel Santa Teresa e terminar com um almoço tardio no Aprazível, que é uma delícia. Ah, sim: e muito bate-pé pelas lojinhas a teliês do bairro, como a Lola.

15 de março – Domingo
Ir embora num domingão de sol pode ser muito bom. Se o horário do vôo permitir eu acordaria bem cedo para um mergulho no Arpoador depois de uma boa caminhada, aproveitando a praia ainda vazia.
E bom retorno para casa.

Antes de terminar, algumas considerações adicionais.
– Nos 12 dias, reserve algum tempo para visitar uma cidade dos arredores, deixar a loucura urbana um pouquinho.
– Para Petrópolis dá até para ir e voltar no mesmo dia.
– A Búzios só vá se puder ir na manhã de um dia e voltar no fim da tarde do outro.
– Já até Paraty só vá se tiver pelo menos dois dias inteiros na cidade.- Ilha Grande é sempre uma ótima pedida. Mas com deslocamento de barco fica uma viagem um tanto cansativa, embora Mangaratiba esteja perto do Rio. Reserve pelo menos três dias completos lá, ou seja, pelo menos quatro noites.
– Não fique paranóica com a questão da segurança. O Rio não é mais violento que São Paulo nem que a maioria das capitais nordestinas, como Recife, Salvador e Fortaleza. Mas não vá dar colher de sopa ao azar. Evite mostrar objetos de valor, não ande por lugares escuros, tome cuidado na hora de pegar um táxi.
– Se você tiver uma boa máquina fotográfica, dispense a bolsa “oficial”, que geralmente chama a atenção e indica se tratar de equipamento eletrônico, e a coloque numa bolsa comum, aquela mesma na qual você carrega carteira, documentos e batom.
– Use e abuse do metrô, mesmo se você estiver de carro. Principalmente para ir da Zona Sul ao Centro.
Que você se divirta por aqui, aproveite as dicas.
E volte sempre.
Um abraço

Como a voz do povo é a voz de Deus, decidi incluir este adendo ao post com destaque.

Grumari e Maracanã são elementos essenciais numa visita ao Rio, como bem alertam vários leitores na caixa de comentários deste post.
As dicas estão aprovadíssimas.
Em minha defesa digo que seria incapaz de listar aqui coisas imperdíveis no Rio. Não tive a pretensão de fazer uma lista definitiva.
Aliás, aproveito para lançar uma pergunta que vai virar post: para você, qual é o programa imperdível no Rio.
Eu lanço a minha, feita com a ajuda de vocês:
– Pegar um sol na Prainha e em Grumari: Reserve para isso um dia da semana, melhor ainda se der para conjugar com uma refeição em algum bom restaurante de Guaratiba e Vargem Grande.
– Macacanã: Visitar o maior templo do futebol é essencial. Melhor se for em dia de jogo. Para os fanáticos pelo esporte o ideal é ver um clássico, de preferência com o Flamengo em campo. Já os que apenas desejam conhecer o estádio a visita pode ser num jogo entre um grande e um pequeno, já que é tudo mais fácil: chegar, conseguir lugar, ver a partida, voltar para casa. Mas nada pode substituir um Fla x Flu, nada. Há ainda a visita guiada, que não acontece em dias com jogos à tarde.
– Tomar um chope no Bar Brasil, para mim o melhor da cidade, cremoso, perfeito para acompanhar as receitas alemãs da casa.
– Ir aos sambas do Trapiche Gamboa, um dos melhores lugares da cidade para dançar.
– Dá para aproveitar a ida ao Maraca para passar no Aconchego Carioca, o boteco mais falado do momento. Além dos inacreditáveis bolinhos de feijoada, o camarão na moranga e as centenas de cervejas valem – e como – a ida até as cercanias da Praça da Bandeira. A Nina Becker, aquela graça de mulher, estilista e cantora da Orquestra Imperial, vai sempre. O Claude Troisgros vai. A Fernanda Thedim é fã. E eu, e a torcida do Flamengo. E, apesar de estar na moda, o boteco é bom mesmo. Quem quiser provar os quitutes na Zona Sul pode chegar na Cinemateque, em Botafogo, para onde a cozinha dá expediente nos fins de semana.
– Experimente o menu “executivo” ou do Fasano al Mare ou do Gero. Custam R$ 75, com entrada, prato principal e sobremesa – e o cardápio incluir vários clássicos do grupo, como o vitelo tonatto, a tarte tatin e a mil folhas, além de receitas que entram e saem conforme a disponibilidade dos ingredientes.

E para você, o que não poderia faltar?

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22 Respostas to “12 dias perfeitos no Rio de Janeiro”

  1. Tião Says:

    Cadê o cavalinho sãopaulinho……………….o Goiás comeu.

  2. Marcie Says:

    Delícia de roteiro, que eu espero poder aproveitar breve.

  3. Vera Lúcia Says:

    Bruno, e a Lagoa, cadê? É tão bonita, tomar água de coco ou simplesmente ficar observando o movimento das águas e pessoas.
    Parabéns pelo blog.
    Quando você se despediu do ViajeAqui eu imaginei que estivesse tomando novos rumos. Para minha surpresa, nessas últimas semanas, encontrei você no Caderno de Viagem do Globo e hoje descobri o blog através do Ricardo Freire. Parabéns pelo belo trabalho e felicidades e sucesso nas novas empreitadas.

    • brunoagostini Says:

      Boa, Vera. Vou ter que fazer um post só sobre a Lagoa para compensar a falha. E muito obrigado pelas suas palavras gentis.

  4. Guilherme Says:

    Bruno,
    Parabéns pelo belíssimo post.
    Mas, infelizmente não terei 12 dias na minha próxima visita à cidade maravilhosa. E levarei a minha namorada junto à mim, ela nunca foi ao RJ. Como toda vez que vou ao Rio, tenho um pequeno problema. Não gostaria de gastar muito com hotel, não sei se seria possível, se você fizesse um post sobre os hotéis BBB (Bom, Bonito e Barato).
    Admiro muito o seu trabalho.
    Abraços,
    Guilherme.

    • brunoagostini Says:

      Obrigado, Guilherme. Vou fazer, sim. Posso te pedir uma coisa: sou meio esquecido, se demorar mais de cinco dias o post você me cobra? Um abraço

  5. Lu Says:

    Parabéns, Bruno!! Eu, carioca da gema, apaixonadíssima pelo Rio, adorei o seu post. E, naturalmente, tenho algumas cositas a acrescentar, além das que já acrescentaram, se vc ñ se incomodar:
    – o por do sol mais bonito do Rio, no Arpoador (que p/mim, respondendo à sua pergunta, é o programa imperdível no Rio)
    – a melhor moqueca de camarão do Rio (na minha opinião), no Azul Marinho, restaurante do Hotel Arpoador Inn, no Arpoador
    – no domingo, como a orla fica fechada p/carros, aproveite p/fazer um caminhada por Ipanema e Leblon. É mto astral! É como se fosse o Ibirapuera daqui.
    – feira hippie no domingo na Pça General Osorio, Ipanema, p/quem gosta de umas comprinhas.
    – no dia dedicado ao Leblon, aproveite tb p/esticar até Ipanema e dar uma olhadinha no comércio de rua, na Visconde de Pirajá, em torno da Anibal de Mendonça e Garcia D’Avila.
    – um chopp ou jantar num quiosque da Lagoa
    – qdo for subir o bodinho do Pão de Açucar, antes ou depois, ñ deixe de tomar um sorvete no Sorvete Brasil (os de fruta são maravilhosos e ñ tem gordura hidrogenada). Fica ali embaixo mesmo.
    – se a bala na agulha for suficiente, eu tb iria ao Olympe, do Claude Troisgros, que, p/mim, é, junto c/o Pré-Catelan, um dos 2 melhores restaurantes do Rio. Mas, se ñ der p/jantar nos 2, o Olympe tb tem almoço executivo, somente às 6as feiras, por um precinho mais palatável.
    – qto ao passeio p/o Cristo e Floresta da Tijuca, existe uma alternativa bem simpática, que é fazer o Jeep-tour, que sobe em jipe aberto pelo Horto.
    – no Bar Brasil, além do chopp, o kassler é mto bom. Só ñ va’num dia mto quente pois ñ tem ar condicionado.
    – qdo for passear pelo Centro, inclua uma visita à Ilha Fiscal.

    Acrescentaria ainda um dica de segurança: ñ fale no celular na rua no Centro, pois vai “perdê-lo”.

    E, continue c/este seu blog apaixonado pelo Rio. Adorei!!
    Lu

  6. Sheila Peluso Says:

    Adorei muitoooo esse post!
    Gigantes, super completo e tem gente que ainda tem coragem de dizer que não há nada pra fazer no RIo.. que absurdo meu deus!!!
    Só ficou uma dúvida ridicula.. Se vc poder me responder ficaria grata! Por onde fica a entrada pra Colombo em Copa?! Já estive em copa e não visualizei, e este está na minha lista para o meu retorno ao Rio.. Se cuida ae! bjusss

    • brunoagostini Says:

      Fica no Forte de Copacabana, no canto direito. E é preciso pagar os R$ 3 (ach0 que é isso) de entrada. Apareça.

      • Lica Says:

        Pô Brunão, o Maraca é imperdível, mas está fechado para obras.
        -O restaurante 476 fechou (pelo menos foi o que me disseram quando fui lá há dois anos atrás)
        -Eu acrescentaria como opções de almoço do 1º dia o Braseiro da Gávea (o melhor) ou o Hipódromo, optando, sempre, pelas mesas da varanda.
        -No 2º dia eu teria um Pós praia no Astor. Nada como ver o sol se despedindo com aquele choppinho geladinho a la Sampa.
        -Praia imperdível, para mim, é a Prainha. Nada mais lindo que aque cenário quando se está chegando por lá.
        -Para quem fica no Leblon, não dá para deixar de conhecer os quitutes do Chico&Alaide e as tapas do !Venga.
        – Morro da Conceição – um Rio totalmente diferente do que se vê por aí. Para molhar o bico por lá, nada melhor do que o Imaculada.
        – Tomaria um café no Parque Lage e exploraria o local.

        Enfim, dá para escrever uns dez livros de indicações de coisas para fazer na linda cidade de São Sebastião, mas para comer bem já temos o seu livro, que é uma mão na roda para se comer bem por aqui.

      • brunoagostini Says:

        Pois é, o texto é bem antigo, só republiquei, e depois coloquei o link. Tinha que fazer um novo roteirinho… Um abraço

  7. Tião Says:

    Orla de Ipanema e Leblon igual ao Ibirapuera………………………Socorro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Seria o sonho da turma de lá……mas nunca poderá ser comparada .
    Ibirapuera no máximo com o Campo de Santana .

    • Lu Says:

      Tem toda razão, Tião, mas eu estava falando somente daquela parte do Ibira que, durante a semana, tem gente bonita correndo. Mas, talvez tenha exagerado na comparação!!

  8. Andrea Says:

    OLÁ BRUNO, PARABÉNS PELO BLOG, PERFEITO!!!

    e ESTOU INDO AO RIO EM MAIO, EM LUA DE MEL, PARA PASSAR UNS T TRÊS DIAS E DEPOIS VIAJAREI PARA BUENO AIRES.
    ESTAVA PENSANDO EM ME HOSPEDAR NO LEBLON OU IPANEMA E
    GOSTARIA DE SUGESTÕES DE HOSPEDAGEM, LUGARES E
    R RESTAURANTES ROMANTICOS? MUITO AGRADECIDA!!!!!!!

    E

    e

    • brunoagostini Says:

      Olá. Obrigado. Posso te pedir para refazer a pergunta no post mais recente do blog? Assim, outros leitores também podem ajudar. Um abraço

      • Lu Says:

        Bem, hospedagem romântica aqui no Rio, sei ñ, mas a preços razoáveis e com boa localização, tem o Arpoador Inn (ñ conheço os qtos, mas o preço é bom), o Everest Park (tenho amigos que vem e ficam lá), Vermont, São Marco, e o Ritz, no Leblon (um pouco mais caro, mas tipo apart).
        Qto a lugares/restaurantes românticos, acho que o Esquilos na Floresta da Tijuca seria uma boa opção, mas, romance pede um vinho, e, c/a Lei Seca, só de táxi, o que acredito que inviabilize o programa. Na realidade, Andréa, a cidade é um cartão postal, o cenário já tá pronto, de modo que, o romance são vcs quem vão fazer!! Um por do sol visto do Arpoador, uma caminhada no Jardim Botânico, o Rio visto da Vista Chinesa, um passeio de barco pela baía de Guanabara e/ou ir de catamarã até Charitas e almoçar no Olimpo, um passeio à ilha Fiscal, um passeio a pé (ou de pedalinho) pela Lagoa, terminando c/almoço no quiosque italiano perto do Clube Piraquê podem ser algumas sugestões, principalmente se for durante a semana.

      • Lica Says:

        Para um jantar romântico, gosto muito do Aprazível em Santa Teresa e do Bar dos Descasados no mesmo bairro, mas este é mais para tomar umas bebidinhas e petiscar (da última vez que fui, comentei com a garçonete que estava comemorando meu aniversário de casamento e fomos brindados com duas taças de espumante – achei super simpático).
        Hospedagem romântica, para mim, é no Sheraton da Niemayer, pois o visual é de deixar lembranças inesquecíveis (já que é lua de mel, acho que vale a pena o investimento)

  9. Ana Lúcia Says:

    Oi Bruno,

    Adorei seu roteiro.

    Ocorre que não terei tantos dias. Minha primeira viagem ao Rio (desculpe não ter ido antes!!) será em abril(17 a 21) quando conseguirei dar uma esticada no feriado.
    Iremos eu e o amado… Curtir o amor no Paraíso!!!
    Assim peço sugestão de um roteiro mais sintético e também sugestões de hospedagem.

    Obrigada.
    Ana Lúcia

  10. LEONARDO HERSEN Says:

    Parabéns pelo Blog. Essa cidade realmente é maravilhosa. Em breve teremos trilhas ecológicas nas comunidade pacificadas da Tijuca. O levantamento das mesmas já se iniciou pela comunidade do Salgueiro.

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