Archive for dezembro \28\UTC 2009

A caminho da Ilha Grande

28/12/2009

O mapa do tesouro

Posso dizer que faz nove anos que não vou à Ilha Grande. Estive lá no começo deste ano, numa escala do MSC Sinfonia. Mas não visitei a Ilha Grande, apenas peguei uma prainha em Abraãozinho, com peixinho frito, cerveja e aquatáxi.
Passei oito reveillons lá, de 94 a 2001. Depois, nunca mais voltei, só com o navio.
Hoje estou a caminho para rever o lugar. Provavelmente não encontrarei tempo nem estrutura para postar de lá. Mas, a partir da volta, no primeiro domingo de 2010, prometo uns postzinhos ilhéus.

Abraãozinho: olha essa água! Tá vendo os peixinhos nadando?

Feliz 2010 a todos!

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69 lugares para amar no Rio (parte 3 – final)

27/12/2009

Les Roches, em Petrópolis: Vista pras montanhas, chalés aconchegantes e boa comida

Vamos encerrar esta lista dos 69 lugares para amar no Rio?

61 – Um veleiro ancorado no Saco do Céu (Ilha Grande)
62 – Les Roches (Petrópolis) – Vista pras montanhas, chalés aconchegantes e boa comida.
63 – Pousada Paraíso Açu – (Petrópolis) – Lindo visual e simplicidade charmosa no meio do mato.
64 – Dom Pascual – Para uma escapulida de fim de semana sem sair do Rio.
65 – Pousada da Marquesa (Paraty) – Charme em meio a antiguidades.
66 – Pousada Jardins do Passaredo (Visconde de Mauá) – Uma pousada para quem gosta de plantas, e onde há flores, há romantismo.
67 – Fazenda Florença (Conservatória)- É a melhor da cidade das serenatas…
68 –  Fazenda Rochedo (Conservatória) – É a segunda melhor da cidade das serenatas…
69 – Pousada Pardieiro (Paraty) – Escondidinha na Centro Histórico.

69 lugares para amar no Rio de Janeiro (parte 1)
69 lugares para amar no Rio de Janeiro (parte 2)

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O Albamar (será que agora vai?)

27/12/2009

A vista do restaurante da Praça 15: impagável

Há alguns dias li feliz a notícia: deram uma guaribada no Albamar, este restaurante símbolo do Rio de Janeiro. Boa ocasião para republicar este texto, escrito há quase dois anos atrás.
A sugestão de passeio continua valendo, mas agora sem o ranço melencólico do risco de fechamento do lugar.
Agora, fico devendo uma nova visita à casa, que é sempre um prazer, pela vista, pelo prédio charmoso e, tomara que continue assim, pela comida.

Sugiro que se faça assim. Antes do destino final, um restaurante de passado glorioso e presente agonizante, vamos curtir um pouco do Rio antigo. Porque o passado é o motivo deste passeio que lhes vou propor.
Chegar à esquina da Primeiro de Março com a Rua do Ouvidor é um bom começo. Saiba que, ali quase defronte, estão praticamente prontas as obras da Antiga Sé, igreja da corte de Dom João VI, cenário de alguns dos mais importantes episódios da História do Brasil. Quem fizer o roteiro a partir de março poderá conhecer o prédio, em fase final de reformas. Cante o refrão do samba de 1991 do Salgueiro: “Da Primeiro de Março/ Falta um passo/ Pra Ouvidor/ E no samba faltava/ Esse traço de amor”. Se não souber a letra, aprenda aqui.
Siga pela Rua do Ouvidor, talvez a única rua a ter sido enredo de escola de samba. Se tiveres tempo, pare na livraria Folha Seca. Procure livros de fotos e gravuras sobre o Rio. É fácil, há tantos. Folheie as páginas, sinta o clima. Siga em frente.
Se quiser refrescar a garganta num legítimo botequim, sem grife nem logomarca, entre na Toca do Baiacu. A garrafa de 600 ml vem no grau. Servida no copo, desce fácil. Mais alguns passos e estamos na esquina da Rua do Ouvidor com a Travessa do Comércio. Caso o calor esteja insuportável, uma nova pausa, agora no Boteco Casual, bem ali, resolve o problema com os seus chopes bem tirados.
Continuando pela Travessa do Comércio, resista à tentação de se sentar nas mesinhas para apreciar as executivas, estudantes e outras beldades que enfeitam as calçadas. Deixe pro fim da tarde, quando a coisa esquenta ali no meio do casario antigo, vai por mim. Atravessando o Arco do Telles a Praça 15 se mostra. Aprecie o chafariz de Mestre Valentim, à esquerda, e repare no que restou do cais que recebeu a família imperial, coberto por um dos tantos aterros que mudaram radicalmente a geografia litorânea do Rio de Janeiro.
Desvie um pouco da rota para entrar no Paço Imperial. Quem estiver com pressa pode apenas atravessar o prédio de um lado a outro sabendo que ali foi a residência dos nossos monarcas. O Dia do Fico, sabe? Aconteceu ali. A Lei Àurea foi assinada sob aquele teto. Quem tiver mais tempo pode dedicar alguns minutos a conhecer a construção. Vez ou outra rola uma mostra interessante nos outrora aposentos reais.
Saindo do prédio, de frente para o Palácio Tiradentes, vire à esquerda. Adiante está a bonita Estação das Barcas que levam a Niterói e Paquetá. Dobre à direita e prepare-se para o pior trecho do percurso. Quase debaixo do horrendo elevado da Perimetral, caminhe até um grande estacionamento, com cuidado para não tropeçar em buracos, mendigos e lixos.
Pronto, é só virar à esquerda que a coisa melhora. Tá vendo lá longe? É a Ilha Fiscal mesmo. Que beleza. Chegando mais perto do mar, vemos as canoas dos pescadores. Eu não podia imaginar haver tantas bem no Centro da cidade. As barcas e aerobarcos se cruzam sem parar. Por detrás da inconfundível Ilha Fiscal, a Ponte Rio-Niterói. No fundo disso tudo, a Serra dos Órgãos (onde estão Petrópolis e Teresópolis) esparramada num de seus melhores ângulos. Olhe para a direita. Estamos quase lá.
Reparou num prédio verde-desbotado, um torreão em estilo art nouveau?  Pois é esse o nosso destino. Noutros tempos, outros quatros torreões formavam com esta única construção remanescente o Mercado Municipal, que funcionou no antigo Cais Pharoux, exatamente ali, do início do século passado até 1963. Hoje, entrar nessa beleza de construção dá uma pena danada, uma sensação de jóia abandonada. Antes lastimar que ignorar. Por isso, faça como eu e uns poucos gatos pingados: vá até lá.
Todo o dia é dia. Apesar da falta de movimento, uma faixa amarela avisa a quem possa duvidar: “Restaurante Albamar. Aberto diariamente das 11h30 às 18h”. Entre e repare na decadência elegante do restaurante especializado em peixes e frutos do mar. Foi sempre uma referência no quesito. E ainda é. Quem sabe, sabe: peixe fresco mesmo no Rio você encontra no Albamar e em mais uma meia dúzia de endereços como o Rio Minho.
Suba as escadas até o primeiro piso só para ver o salão que hoje está fechado ao público. Vale a pena. Aprecie a vista, mas não se deixe levar, como eu, pela tristeza. Reflita por alguns instantes. Imagine o salão lotado, os garçons para lá e para cá. É, os bons tempos não voltam. Essa frase que se aplica a tanta coisa cai como uma luva ao se estar no Albamar.
Em vez de subir um lance, desça novamente as escadas até o térreo para chegar ao restaurante, no segundo andar, como se deve: pelo elevador. Garçons vão lhe receber com cordial “boa tarde, senhor”. Não vai ser difícil se acomodar numa mesa junto às janelas (viu a foto lá em cima? Nem vou falar mais nada). Quase sempre há uma disponível. As voltadas para a Ilha Fiscal são as melhores.
Peça uma casquinha de lagosta para acompanhar a cerveja. Entre as entradas, é o clássico da casa. A minha, com textura que está mais para suflê do que para casquinha, veio saborosa, mas carente de lagostas, de quem senti apenas o perfume. A pimenta mostra-se essencial para saborear a receita, assim como os bolinhos de bacalhau, outro campeão de audiência. Entre os pratos principais, é famoso o badejo à moda da casa, cozido com vinho branco, creme de leite, camarão e mexilhões, que é servido acompanhado de purê de batata.
O cardápio é bem extenso. Há receitas com hadoque, bacalhau e ovas de peixe – que já me garantiram ser as melhores do Rio. Mas o polvo frito ao alho com brócolis e o robalete grelhado também gozam de boa fama entre os freqüentadores.
Feche com uma compota de figos com creme, um merengue glacê ou um mineiro de botas (há quanto tempo você não vê um cardápio de sobremesas tão retrô?). E não se esqueça de voltar um outro dia para curtir a vista no finzinho da tarde.
Espalhe para os amigos. Convoque os colegas para uma happy hour. Leve a família para almoçar com esse vistão todo depois de fazer o agradável passeio de barco à Ilha Fiscal. Marque ali o seu almoço de negócios. Vá, nem que seja só para aquela cervejinha no fim de tarde. Ela vai cair tão bem com os bolinhos de bacalhau que você nem imagina. Quem sabe, assim, o Albamar, aberto em 1933, não fecha as portas. Porque, se nada fizermos, esse parece ser o destino da casa num futuro não muito distante. A sensação que me deu foi de fim do expediente. Espero que esteja enganado. Lembrem-se: o prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Mas o restaurante, não.Vamos salvar o Albamar? Eu, que já perdi o Penafiel no último mês, não estou preparado para outra tamanha perda.
O endereço certinho é Praça Marechal Âncora, 186, Centro. E os telefones são 21/2240-8378 e 2240-8428. Liga, vai.
Vamos salvar o Albamar!
E me desculpem pelo título, pobre e lacônico. Aceito sugestões de melhora.

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Um boteco lindo e cheio de graça

26/12/2009

O altar do Gracioso, ao lado da Pedra do Sal

O chegada ao Rio do Comida di Buteco tem me conduzido a muitos. Na grande maioria já havia estado. De todos os outros já ouvira falar. Mas havia, ali entre os 31 botequins participantes do concurso, um que eu não conhecia: o Gracioso, na Gamboa.
Foi uma das coisas que me fez mais feliz nos últimos 30 dias.
Quando comecei a ler coisas sobre o festival, logo me chamou a atenção o Gracioso. Mas o que é isso? No Centro? Boteco? E eu não conheço!!!
Bem que o Juarez Becosa já me alertara sobre a existência desta pérola. Mas eu achei que ele falava do 28, também na Gamboa.
Pois bem: forçado pela missão de visitar botecos do campeonato, fui até o Gracioso sem lá muita expectativa. Até porque, nem toda a lista do Comida di Buteco está à altura do que se pretende ser o concurso. Caldinho de feijão e outras escolhas afins não repetiram no Rio a característica principal deste evento mineiro: o boteco cria pratos especialmente para o Comida di Buteco. Vá lá, tudo bem: como estamos no primeiro ano de vida carioca da coisa, pode ser conveniente os bares apresentarem a sua grande especialidade, o clássico de sempre. No caso do Jobi, com seu insosso caldinho de feijão (ele pode ser ótimo para o meio da madrugada, mas não para concorrer em qualquer competição gastronômica), me pareceu despropositada a escolha. Mas falando do Gracioso, faz todo o sentido ser o rissoles de camarão. Acho que foi o melhor que já comi. Massa fina e delicada, e também saborosa, recheada com um creme de camarões. Mas não é um creme de camarões qualquer. Nele há camarões de tamanho bem razoável, entre os maiores que já vi dentro de um salgadinho, seja empada, pastel ou rissoles. Até porque, em tamanho, o rissoles do Gracioso é dos maiores também.
Regando isso com umas gotas da ótima pimenta da casa e associando tudo à cerveja estupidamente gelada. Pronto: estamos no paraíso.
Pior é que a visita relâmpago serviu não só para me apresentar ao Gracioso. Mas, principalmente, para colocar este endereço na minha lista de preferidos. Porque, veja só, o Gracioso está a poucos passos da Pedra do Sal, onde se pode dizer que o samba nasceu – se é possível dizer isso em qualquer parte, é ali. Os Escravos da Mauá, um dos meus blocos favoritos, ensaia e desfila a uma quadra dali. E, além dos tais rissoles, eles servem pratos que me pareceram interessantíssimos. E nem vou falar do ambiente, com geladeiras embutidas de fórmica azul-clara, toalhas azul-escuras, paredes de azulejo, ventiladores de ferro… Nem que ele funciona num sobradinho charmoso, com direito a varandinha e uma certa aparência lusitana. Nem do São Jorge, ladeado por uma Nossa Senhora, ao lado daquela luzinha vermelha típica. Ah, sim, e tem isso também: a cerveja vem geladona.
Se eu te contar que é tudo muito barato, você acredita? O rissoles tamanho-família custa só R$ 2. E o cordeiro com páprica custa só R$ 27. Já o polvo com arroz de brócolis sai a R$ 29. E, é claro, os pratos servem bem a duas pessoas.
E eu que não conhecia o Gracioso…

Publicado em 28/8/2008

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Pedra do Sal, marco do samba

26/12/2009

Pedra do Sal, o berço do samba

Não foi neste 2 de dezembro, Dia do Samba, que peguei o trem. Prometi a mim mesmo que neste ano eu participaria da festa, mas não foi destavez. Embarcar no Trem do Samba, então, é desde já um dos projetos prioritários para 2010. Não sabe o que é o Trem do Samba? São vagões que viajam da estação da central com rodas de samba, na maior animação. Lá, perto dos domínios da Portela e do Império Serrano, a festa rola noite adentro. Quem já foi diz que é incrível. Deve ser mesmo, só pode ser.
Então, em homenagem ao Dia do Samba, publico uma foto da Pedra do Sal, na Gamboa, zona portuária do Rio. O lugar, nas cercanias da Praça Mauá, já foi o epicentro de uma área chamada Pequena África na qual residiam ex-escravos e quilombolas. Trata-se de um marco deste gênero musical, espécie de berço do ritmo. Reza a lenda era ali que estivadores e escravos se reuniam para umas batucadas depois do expediente. Isso no princípio do século 19. Durante muitos anos foi ponto de encontro dos negros da cidade, que cantavam, dançavam e cumpriam rituais religiosos. As rodas chamavam a atenção, atraindo outros bambas quando esta palavra ainda nem existia, ao menos para designar gente boa de samba.
Freqüentaram o lugar, simplesmente, nomes como Donga, João da Baiana, Pixinguinha e Heitor dos Prazeres. Muitas vezes o samba comia solto e só terminava no terreiro da Tia Ciata, na Praça 11, outro emblema do samba, não muito longe dali.
A Pedra do Sal fica aos pés do Morro da Conceição, bem perto do Largo da Prainha. Existem antigos degraus de pedra escavados por escravos. E tem esse nome porque seria ali um depósito para o sal que chegava à cidade. Há um boteco logo ao lado. E, bem na esquina, está o Gracioso, um boteco fenomenal que já foi falado aqui mais de uma vez. Às vezes rola até “lavagem” da Pedra do Sal, como no Bonfim, na Bahia.

E, olha só que legal. Se numa segunda-feira dessas você estiver pelo Centro do Rio de bobeira, pode pintar lá. O grupo Batuque na Cozinha faz uma roda de samba a partir das 16h. Grátis. É ou não é a cara do Rio. Sambão na segunda-feira.
Vários artistas plásticos se instalaram ali em cima nos últimos anos. Uma vez por ano eles se organizam no Projeto Mauá, o Morro da Conceição de Portas Abertas, em dezembro. Dez artistas abrem seus ateliês ao público neste recanto da cidade que ainda preserva casarões coloniais.
Viva o Morro da Conceição. Se você não o conhece, deveria.

Sábado em Benfica: um pouco de Portugal no Rio de Janeiro

26/12/2009

Adonis: um dos melhores chopes do Rio

Este blog, como se sabe, gosta muito de Ipanema e do Leblon. Adora jantar no Le Pré Catelan e pegar o almoço executivo do Fasano al Mare. Não dispensa uma caminhada na praia nem nos dias nublados. Mas um dos grandes prazeres desta cidade tão linda está nos seus subúrbios. Acontece que as pessoas, inclusive os prórpios cariocas, ignoram isso. Tenho muitos conhecidos que nunca foram além da Tijuca. O Grajaú já lhes é uma incógnita. Se o próprio carioca da Zona Sul mal frequenta os bairros da Zona Norte, imagine os turistas. Não devia ser assim. Para conhecer o Rio de verdade a Zona Sul e o Centro não bastam. É preciso ir além do Túnel Rebouças e investigar os bairros populares: Benfica, Maria da Graça, Braz de Pina, Caju. Aos sábados um dos programas mais autênticos do Rio é a festa portuguesa da Cadeg , em Benfica. Este bairro, próximo a São Cristóvão, como o nome indica, é desde muito um reduto de imigrantes portugueses e seus descendentes. Lembre-se que o Vasco está logo ali. (A foto do post de ontem, do homem dançando com a camisa na qual mse lê “Feliz Natal” foi tirada lá, em dezembro do ano passado)
Ao som das músicas lusitanas o bacalhau circula pelas mesas com fartura. Bolinhos e postas generosas assadas na brasa, além de concorridas sardinhas, embalam as conversas. Vinho verde tinto (sim, daqueles vendidos em garrafas de um litro) e a cerveja gelada tratam de molhar a goela.
Eu sempre pego leve no Recanto das Concertinas, nome do bar epicentro da festa. Porque ir até Benfica exige uma passada no Adônis, um dos melhores bares da cidade, pertinho da Cadeg. É certo que nas tardes de sábado você vai ter que esperar por uma mesa, porque a casa fica lotada, com muitos egressos da Cadeg, inclusive. Desde que cheguem logo uns bolinhos de bacalhau e um chope, a espera é até agradável. Repare no tirador de chope, como maneja bem o equipamento. Lança o líquido com pressão no copo do tipo schinitt. Com precisão cria a espuma na medida certa, cremosa. Para comer, o mesmo da Cadeg, bolinhos de bacalhau e postas do legítimo gadus morhua preparadas em várias maneiras. Os pratos custam umas 200 pratas. Acredite. Em compensação, servem uma família inteira – o garçom me garante que dá para seis pessoas. Se for em menor número, não desanime. Peça em meia porção que eles fazem. E um casal come muito e ainda sobra.

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Desejo a vocês um…

25/12/2009

Para tudo: chope está acabando no Brasil

23/12/2009

Chope no Bar Brasil: por enquanto ainda tem

Caramba!
Mal começou o verão, com as festas de fim de ano aí, chega a notícia: chope está em falta em todo o Brasil.
Quando recebi a notícia fiquei imaginando que poderia ter desembarcado no Brasil um navio cheio de ingleses, que teriam acabado com os nossos estoques. Com o calor dos últimos dias, também pensei se não teria havido um aumento do consumo.

Mas,  não, o problema vem da Ambev, que não está conseguindo distrubuir o produto.
Mas, cariocas, ainda não há razão para desespero: o problema é está mais localizado em Minas Gerais e São Paulo (quem manda ficar gastando chope com aquelas espumas que saem de uma torneira só para isso? Eca).
Por enquanto, por aqui a situação está sob controle.
Me deu até vontade de investigar isso mais profundamente ho0je à noite.

Quer ler mais sobre o assunto? Clica aqui.

E, para saber sobre a cultura desta bebida aqui pelas bandas da Guanabara, leia este post aqui: O dossiê do chope no Rio de Janeiro.

Uma noite no Venga!: Por Leonardo Azevedo

22/12/2009
 

 

A porta do bar de tapas da rua Dias Ferreira vive cheia, ainda mais em tempos de cigarro proibido

O Leonardo Azevedo é um dos amigos deste blog, e também da Enoteca, sempre comentando, sugerindo assunto, nos visitando. Desta vez ele se animou e conta para a gente a sua experiência no Venga!

Diz aí, Leo.

Fala Bruno, fui lá na sexta…aqui vai um comentário rápido sobre o lugar (postei no blog tb)
 
Fui! gostei? sim e não, mas não do que sim, rsrsrsr. Fiquei nessa mesa que aparece na foto…
 
bem, fui pensando num bar de tapas, mas não poderia esperar algo muito diferente num “bar de tapas” na dias ferreira. Bonitinho pacas, clima leblon de ser e caro, beeeeeeeeem caro. Principalmente levando-se em conta o tamanho mínimo micro ultra pequeno das porções.
Vamos ao que comi:
 
pan tomate – fraco fraco.
Queso manchego – o melzinho que acompanhava era legal…mas o preço era de queijo serra da estrela e o tal manchego está longe disso.
pincho de sardina- como o pessoal do “quebicho” já tinha comentado, como é que sardinha vai ser sem gosto? Pensei que talvez fosse só aquele dia da vista deles…mas a sardinha segue sem gosto.
pulpo a la grega -gostoso, o melhor da noite, e a porção era até pequena, e não mínima, ufa…
aspargos -sim! bem bacana! 4 aspargos bem frescos com dois avos poche derramados por cima…e com uns naquinhos de jamon pra temperar a coisa toda. bacana!
porção de chistorra, linguicinha bacana, mas fica ai…
croquetas de jamón  – bacaninha, mas fica ai…como o pessoal do bicho, achei molenga e mal frita.
Tortilla – bacaninha…

Tacinha de Jerez com acepipes ao fundo: a melhor companhia para as tapas

bem, como entornamos (um casal – eu e minha mulher) uma garrafa de cava e uma de jerez, talvez tenhamos comido alguma coisa a mais, mas não lembro bem, rsrsrsrs…mas depois da continha de 318 reais, saimos com aquela sensação que poderiamos ter comido melhor com tanta grana investida.
 
abraços e realmente aconselho o lugar para depois do trabalho, nesse calorão que anda fazendo,  tomar uma cava na varanda acompanhada de um polvo…
 
Mas tapa por tapa, ainda sou mais a Adega Pérola.

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69 lugares para amar no Rio de Janeiro (parte 2: as sugestões dos amigos)

21/12/2009

Sem foto das pousadas indicadas, publico esta, genérica, de Paraty, cidade romântica por si só

Obrigado, obrigado pelas sugestões. Já chegamos a 60.
Hoje publico a seleção de pousadas e hotéis indicados pelos amigos do blog.
Em alguns faltam as descrições, quem quiser fazer é só deixar um textinho na caixa de comentários.
Até amanhã eu tento achar mais nove para fechar a lista.
Quem quiser ainda pode deixar a sua sugestão.

36 – Pousada das Araras (Araras) – Ar puro, aconchego e o melhor pato da serra
37 – Pierrô (Lumiar) – Pizza à lenha, barulhinho de rio e simpatia
38 – Hotel Sentinelas do Mar (Arraial do Cabo) – Suite Vip com hidromassagem com vista pro mar infinito…
39 – Gávea Tropical
40 – La Maison
41 – Pousada da Alcobaça (Petrópolis) – Com aqueles jardins, os mais lindos da serra fluminense…
42 – Relais Solar – “Amour” no Marais carioca (parte 3)
43 – Parador Santarém Marina –
44 – Brava Hotel (Búzios)
45 – Pousada dos Amores (Visconde de Mauá) – Só 5 chalés, com hidro, lareira, camas enormes
46 – Hotel Santa Clara – No Bairro Peixoto, em Copa. Nada óbvio, zero luxo, muita história.
47 – Parador Maritacas – É algo extraordinário ficar lá sem ter nada-nadica de nada pra fazer além de namorar
48 – Casa 32 – No Largo do Boticário, só tem 3 quartos: melhor impossível
49 – Casa Amarelo – Também em Santa, também exclusivérrimo
50 – Pousada das Bromélias (Paraty) – Para amaaaaar, uma delícia, num terreno incrível, chalés tipo loft com ofurô, rodeados de mato
51 – Verde que te quero ver-te (Visconde de Mauá)- Era sensacional, depois disseram que deu uma caída.
52 – Le Siramat (Petrópolis) –
53 – Pousada San Francisco (Búzios) – Na praia de João Fernandes.
54 – Casa de Pedra (Arraial do Cabo)
55- Pousada Tijupá (Visconde de Mauá) –
56 – Pousada Esmeralda (Itatiaia)
57 – Pousada do Ypê (Itatiaia)
58 – Hotel Rosa dos Ventos (Teresópolis) – Do Roteiro de Chame, beeeem romântico.
59 – La Suite
60 – Vila D’este (Búzios) – Ao lado da famosa Casas Brancas, é até melhor que a vizinha… Tem uma suíte vip com uma banheira gigantesca de hidro na varanda com toda vista da baía e da orla Bardot. Lindo!

69 lugares para amar no Rio de Janeiro (parte 1)
69 lugares para amar no Rio de Janeiro (parte 3)

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