Jeri vamos nós!

Redes banhadas na Lagoa da Torta, com lagosta na brasa e cerveja gelada para acompanhar. Êta, lelê!

Se tudo der certo, porque depender de avião no Brasil é fogo, daqui a cerca de dez horas to chegando em Jericoacoara. Vou direto pro forró e pra padaria, claro.

Estive por lá no finalzinho do ano passado, quase a jato, a caminho do Piauí e do Maranhão. Apesar de ter ficado só uma noite por lá, gostei do que vi. Tinha visitado Jeri em janeiro de 2003. Lugar lindo, viagem inesquecível. A impressão que tive foi a de que a vila cresceu de maneira ordenada. Há muito mais gente, é certo. Gente mais arrumadinha, sem dúvida. Mas o clima despojado persiste, e não há socialite capaz de quebrar esse encanto em alguns lugares, como Búzios.

Isso tem um lado bom. Há hoje muitas pousadas charmosas, restaurantes com boa comida.  E isso não agrediu o ambiente, porque ainda bem que Jeri é protegida por um parque nacional, e não vemos ali as invasões que assolam o nosso litoral de norte a sul. Mas continuam por lá as hospedarias familiares, os vendedores de ostra cresça. E, claro, a galera que aproveita os ventos fortes. Em 2003 Jeri era o paraíso do windsurfe. Hoje a vila continua sendo a praia dessa tribo. Mas surgiu o kitesurfe, e essa galera se concentra na Praia do Preá.

Os passeios de bugre continuam sendo fundamentais. Assim como o forró das madrugadas. Para conjugar ambos, melhor deixar o passeio para mais tarde, assim, depois do meio-dia.

É isso aí!
Jeri vamos nós!!!

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