Comida dos Estados Unidos: eu gosto, sim, e muito: e daí

O sanduichinho de kobe beef com cogumelos, cebola caramelada e ovo de codorna, com os croquetes de queijo de cabra ao fundo, no restaurante Sugarcane, em Midtown Miami

Sou de uma geração que cresceu ouvindo que a comida dos Estados Unidos era uma droga: só bacon, hambúrguer, batata frita, refrigerante…
Aí, a gente cresce. E começa a gostar pra valer de comida.
Já não somos mais crianças. Desde 1997, quando visitei os EUA pela primeira vez na fase adulta, pós-Disney, já me peguei gostando demais do que via, comia e bebia.
Passei um mês em San Diego, na Califórnia. E, mesmo sem saber nada sobre a bebida, gostei dos vinhos de Napa Valley. Também provei boas cervejas artesanais nessa ocasião. E só não fui a bons restaurantes porque o orçamento juvenil não permitia. Mas fiz altas compras no supermercado perto de casa: cogumelos, queijos, massas frescas.
Voltei ao Brasil pensando: como estamos atrasados.
Hoje fico feliz quando viajo para os Estados Unidos, entre outras razões porque sei que vou comer bem. Basta procurar.
Estou desde ontem em Miami. Fiz três refeições. As três, ótimas. Primeiro, almoço no BD Bistrot Moderne, de Daniel Boulud. O jantar foi no 1500°, uma steak house aqui no meu hotel. O almoço hoje fora muito, mas muito bom, no restaurante Sugarcane, em Midtown. Comi vieiras cruas com maçã, jalapeno e trufas, steak tartar com ovo de codorna, croquetes de queijo de cabra, hamburguer de kobe beef com cogumelos, cebola caramelada e ovo de codorna e, ufa, uma coxa de pato confit com saladinha, waffle, ovo de pato, waffle e maple syrup com semente de mostarda. Tudo muito bom.
E a noite promete: vou jantar em dois turnos, primeiro uns sashimis e afins no japa do Hotel Fontainebleau, vizinho ao Eden Roc que me hospeda. Depois, ando um bocadinho até o hotel Soho Beach House, para jantar no balcão do italiano.
Enfim… Hoje em dia, posso dizer sem medo de errar: como tão bem nos EUA quanto em Paris. Como melhor nos EUA do que em Portugal. E sem dúvida, melhor e mais barato que no Rio e em São Paulo.

E não se trata de um fenômeno isolado nas grandes cidades, como Miami, Nova York ou Washington. Estive recentemente na chamada Capital Region, passado por lugares como Annapolis e Richmond (como se pode ler aqui), e ali também encontrei comida boa e fresca, ingredientes locais de alta classe e preços menores do que os do Brasil.

Para ler mais, clique aqui e aqui.

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5 Respostas to “Comida dos Estados Unidos: eu gosto, sim, e muito: e daí”

  1. Ivan Londres Says:

    Bruno,

    Também fiquei surpreso positivamente quando estive em Miami em Maio, sob vários aspectos, gastronômicos especialmente. Sugiro o Michael´s Genuine Food e Buena Vista Bistro, ambos no Design district. O casablanca é bem pitoresco, mas não tive tempo e dizem que o Perricone é o melhor italiano. Fiquei com vontade de ir no Joe´s Stone Crab mas acabou ficando para trás e outro interessante, aberto 24h, é um diner chamando Jerry’s Famous Deli que tem um cardápio gigantesco e é uma experiência por si só.
    Abs
    Ivan

  2. lAnna Lucia Tenan Says:

    Oi Bruno, super legal seu blog, quem me deu a dica foi o Paulo Motta, ele jantou ontem no meu restaurante na Praia da Pipa, o Pacifico. Sou jornalista, mas nao trabalho na profissao faz tempo.
    Concordo plenamente com voce sobre a gastronomia nos Estados Unidos e meu marido que e californiano e chef adorou seu artigo.

  3. gjhyn Says:

    legal muinto gostoso

  4. cjjnh Says:

    não gostei

  5. francielle Says:

    sei-lá tem um gosto nada agradavel.

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