O melhor do Rio: minha “cédula de votação” para a eleição da revista Época”

No fim do ano passado eu fui convidado pela revista Época para participar de uma eleição das melhores coisas do Rio de Janeiro.

Deu meus votos, acompanhdos de pequenas frases ou considerações sobre todos os lugares. Para cada quesito eu deveria escolher três lugares diferentes.

Aproveito para compartilhar com vocês a minha “cédula de votação”, que estava incompleta (tomei a liberdade de incluir novidades como a Casa Carandaí, inaugurada na semana passada, porque eu não tinha preenchido o quesito “delicatessen”, o que só fiz hoje. Porém, outras boas novas, como Irajá, Vieira Souto, Brigitte’s e Bottega del Vino ficaram de fora, porque preenchi enteiramente as fechas de suas categorias).

Há votos sobrepostos, porque não fiquei fazendo quebra-cabeça para encaixar um montão de gente, sem repetir nomes. Escolhi os que considero melhor em cada quesito, recorrendo à memória e, portanto, sujeito a falhas: certamente eu me esqueci de um ou outro nome recomendável que devia estar aqui. E ainds tenho que preencher um ou outro quesito completamente.

Rio a céu aberto

Praias: Ipanema (democrática e com o pôr-d-sol mais lindo do mundo), Copacabana O Rio, em todos os seus matizes), Joatinga (no meio da cidade, quase selvagem)

Parques: Jardim Botânico (visita origatória para cariocas e turistas), Parque Nacional da Tijuca (uma floresta no meio da selva de pedra), Parque Lage (bom para caminhar, tomar café da manhã e estudar artes plásticas)

Esportes radicais: Rapel na Catacumba (aventura com segurança), voo livre na Pedra Bonita (para saber como o Rio é lindo é preciso saltar), escalada no Pão de Açúcar (a via de alpinismo mais espetacular do Brasil)

Trilhas: Paineiras (bastante espaço, muito verdes e lindos panoramas), Morro da Urca (o melhor jeito de se chegar ao alto) e Parque Lage-Corcovado (dois cartões-postais ligados por um lindo  caminho)

Passeios de barco: Cagarras da Macuco Rio (para ver Copa de outro ângulo), Ilha Grande (ilhas, praias e mergulhos sensacionais), Paraty (para pegar uma praia bonita sem ter que dirigir)

Passeios de bicicleta: Ciclovia da Lagoa (uma voltinha já é um bom exercício), ciclovia da Orla (para curtir o visual, ver e ser visto), Paineiras (se não dá para subir, leve no carro)

Praça: Cinelândia (bares, salas de cinema, o Municipal: a cara do Rio), Nossa Senhora da Paz (bonitinha e gostosa, um respiro no meio de Ipanema), General Glicério (só no Rio para uma praça ter roda de samba e choro)

Vista da cidade: Arpoador (Ipanema, Leblon, o Morro Dois Irmaos ao fundo, o sol morrendo no mar…), Morro da Urca (Estamos com a Baía da Guanabara aos nossos pés, com o Corcovado ao fundo: tudo é ainda mais belo num fim de tarde de inverno), Corcovado (o Rio em 360 graus, em todo o seu esplendor)

Arredores: Paraty (praia e montanha, história e boa comida), Búzios (praia lindas, bos hotéias e badalação), Petrópolis (história, natureza e gastronomia, e o frescor serrano)

Feiras: Rio Antigo (antiguidades, boa música e muita gente legal), São Cristóvão (um forró pra alegrar, uma carne de sol pra matar a fome), Circuito Rio Orgânico (ótima iniciativa, onde encpontramos orgânicos a preços mais interessantes)

– Restaurantes

Pizza: Capricciosa (simplesmente a melhor pizza da cidade), Alessandro & Frederico (forno a lenha, massa fina e ingrediemtes selecionados), Bráz (o jeito paulista de servir pizza e chope)

Alemão: Adega do Pimenta (Pequeno, agradável e muito saboroso), Bar Brasil (o melhor chope encharcado de história, e cm direito a receita criada por Paulinho da Viola), Málaga (pratos alemães preparados à perfeição, como todo o resto do cardápio eclético dessa casa altamente recomendável)

Italiano: Quadrifoglio (a cozinha está cada vez melhor, e o serviço no salão acompanha o alto nível), Gero (Infalível), D’Amici (entra ano, sai ano sempre uma pedida certeira: ali não tem comida ruim)

Melhor ambiente: Cipriani (o que já era bom, ficou ainda melhor depois da reforma, e a vista para a piscina continua fantástica), Fasano al Mare (confortável e bonito), Le Pré Catelan (mesas espaçadas, uma nesga de vista para a praia de Copacabana)

Melhor cenário: Bar Urca (uma mureta que só poderia existir no Rio), Palaphita Kitsch (à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, com vista matadora para o Morro Dois Irmãos), Quiosque do Português (na Praia do Leblon, com ótimos comes e bebes)

Japonês: Azumi (no Japão deve ser mais ou menos assim), Ten Kai (tradição nipônica em roupagem moderna), Sushi Leblon (toques contemporâneos e criativos na culinária tradicional do Japão)

Chinês: Mr. Lam (execução perfeita de um cardápio bem interessante), Show Kou (parece até China, mas na Praia de Copacabana), Primeira Pá (da Tijuca)

Asiáticos: Sawasdee (cardápio interessante e variado, com preparo sempre  certeiro), Nam Thai (pequeno, aconchegante e competente), Mekong (uma bar de tapas asiáticas)

Carne: Esplanada Grill (da linguiça ao cordeiro, da picanha ao prime rib, a grelha perfeita), Giuseppe Grill (ótimas carnes, carta de vinho abrangente e um ambiente agradável), Majórica (grelha a carvão, cortes perfeitos, carne macia e ponto exato de cozimento)

Frutos do mar: Fasano al Mare (pescados frescos alla italiana com a grife Fasano), Satyricon (tudo sempre fresco, quando não vivo, saindo direto do aquário para a cozinha, ou mesmo para a mesa), Rio MInho (tradicional, apresenta um cardápio variado de pescados, sempre frescos e bem preparados)

Francês: Le Pré Catelan (o melhor restaurante do Brasil, simplesmente, ao lado do Olympe), Olympe (o melhor restaurante do Brasil, simplesmente, ao lado do Le Pré Catelan), Le Vin (a cozinha francesa clássica, em todos os seus matizes)

Saladas: Celeiro (quando a salada pode ser gastronomia), Gula Gula (simples, divertido, leve e gostoso), Universo Orgânico (receitas naturebas surpreendentes)

Brasileiro: Nova Capela (o cabrito é um patrimônio da cozinha carioca), Cosmopolita (berço do filé à Oswaldo Aranha, e melhor lugar para apreciá-lo), Yorúbá (afro-baiano, foge das fómulas fáceis, com pratos deliciosos, com tempero único)

Português: Antiquarius (tudo sempre maravilhoso, do ambiente e serviço à comida), Adegão Portguês (uma espécie de consulado Português em São Cristóvão), Adonis (o melhor bacalhau do Rio)

Árabe: Amir (para conciliar a cozinha das mil e uma noites com vinhos com vinhos do Líbano no melhor árabe do Rio), Cedro do Líbano (além de esfirras, quibes, kaftas e afins, tem uma picanha de cordeiro na brasa que é um negócio de doido), Sírio e Libanês (peça o rodízio e seja feliz)

Feijoada: Casa da Feijoada (caldinho de feijão e linguicinha para começar, uma panela de barro com direito a rabinho, para os que gostam, com boa batida e doces brasileiros para encerrar), GRES Portela (samba e feijão, casamento perfeito, tradição carioca),  Pérgula (se é para ir comer feijão em um hotel, que seja O hotel)

Bufê para almoço: Celeiro (caro, mas tem saladas de outro mundo, criativas, frescas e diferentes), Da Silva (um bufê imenso, que consegue ser muito bom), Frontera (bons ingredientes, menus variados, ambiente legal)

Almoço de negócios: Eça (melhor restaurante do Centro, tem ótima estrutura para receber executivos), Antiquarius (Antiquarius é Antiquarius), Gero (Gero é Gero)

Para ir com as crianças: Quinta (um lindo jardim com micos, laguinho com carpas e funcionários que  cuidam bem da petizada), Porcão (parquinho e comida para todos os gostos), Gepetto (clássico das famílias cariocas)

Contemporâneo: Roberta Sudbrack (quando a cozinha também é poesia e arte), Oro (uma revolução na cozinha carioca), Bazzar (quando ser moderno é ser aconchegante e delicioso)

Chef:  Rolland Villard (um mestre), Roberta Sudbrack (uma artista), Kiko Faria (um criativo perfeccionista, com técnica apurada)

Rodízio de carne: Porcão (tem que saber pedir, mas, assim, é imbatível), Fogo de Chão (precisa de ajustes, mas só a morcela, o shoulder steak e as costeletas de cordeiro já valem a visita, sem falar no visual), Palace (bom, bonito e barato, especialmente nos horários promocionais)

Novo: Duo (chegou chegando, e poderia estar na lista dos melhores italianos, mas vamos esperar a casa fazer um ano), Doiz (um bar para jovens que apreciam a boa mesa), Q (para comer bem, beber bem e ver gente interessante)

Carta de vinhos: Laguiole (um baú de raridades e preciosidades, mas tudo tem o seu preço), Terzetto (variada e adequada ao menu da casa), Aprazível (uma ode ao vinho brasileiro, mas com outras opções também)

Sobremesa: Le Pré Catelan (Dominique Guerrín arrebenta), Olympe (Claude Troisgros é craque nos doces), Quadrifoglio (Lomanto Oliveira vai das receitas clássicas ás suas próprias criações com absoluto domínio das técnicas de patisserie, e ainda faz cada sorvete…)

Em hotel: Le Pré Catelan (o melhor restaurante do Brasil), Cipriani (todo o carioca deveria ir, ao menos uma vez na vida, viver a experiência de jantar ali), Fasano al Mare (um luxo em todos os aspectos)

Natural/vegetariano: Universo Orgânico (podemos comer bem e de maneira saudável), Vegetariano Social Clube (várias surpresas naturebas, até uma feijoada vegetariana), Hareburguer (sandubas estratosféricos paranormais iluminados e holísticos)

Delivery: Antiquarius (a perna de cordeiro é divina e dá para dois tranquilamente), Alvaro’s (tem de tudo, sempre bem preparado, em porções generosas e preços justos), Adega do Cesare (bom, bonito e bartato)

Restaurante popular: Pastoria (o cordeiro com coradas é um espetáculo), Gracioso (não está sempre lotado no almoço à toa), Escondidinho (a costela com farofa de ovos é uma coisa, e, sob encomenda pode preparar uma rara cabeça de cherne com camarões) e Aboim (PF de rabada sensacional a R$ 9 é sacanagem!)

– Bares

Pé-Limpo: Chico & Alaíde (dupla dinâmica), Original do Brás (um boteco perfeito) e Bar do Mineiro (indispensável no roteiro por Santa Teresa)

Pé-Sujo: Aboim (a felicidade em forma de PF por apenas R$ 9), Bracarense (tudo continua maravilhoso como antes, só que um pouco mais vazio), Bar da Portuguesa (caldo de siri e bolinho de bacalhau feitos à perfeição)

Gastrobar: Doiz (Cardápio interessante, cheio de referências tradicionais em pratos e drinques, mas tratados com criatividade e irreverência), Q (para ver a vida pssar na Dias Ferreira, coisinhas legais e “bebendo bons drik”), Mezza (espécie de precursor dessa turma)

Melhor balcão: Clipper (a cara do Rio: vá no pós-praia), Adega Pérola (o mais carioca dos bares de tapas), Caranguejo (uma empada e um chope, por favor!)

Melhor galeto: Sat’s (o segredo é o tempero), Viva Flor (perfeito para o pós-praia), Galeto Central (encare a file porque vale a pena)

Petisco: Bracarense (além dos clássicos de sempre, como o bolinho de aipim com camarão e catupiry, o pernil e o caldinho de feijão, ainda está cheio de boas novidades), Aconchego Carioca (revolucionou a chamada baixa gastronomia com criatividade e talento), Entretapas (o melhor bar de tapas da cidade)

Melhor bolinho: Aconchego Carioca (o berço da coqueluche carioca, o bolinho de feijoada, é o que melhor prepara o acepipe), Bracarense (Alaíde saiu, e daí?, o bolinho continua igual), Chico & Alaíde (o talento de sempre no preparo de salgadinhos)

Melhor pastel: Aboim (recheio farto), Cachambeer (“se quiser creminho, nem pede”, diz com razão o menu: só tem camarão)  e Alvaro’s (clássico dos clássicos: rejeite o Tabasco oferecido pelo garçom e peça o potinho de malagueta para temperar o recheio de camarão)

Melhor empada: Caranguejo (par perfeito para o chope), Mosteiro (jamais resista ao garçom que circula pelo salão com uma panelinha cheia delas) e Bracarense (o que já era bom ficou ainda melhore recentemente: prove a de queijo e a de siri)

Chope: Bar Brasil (simplesmente o melhor, porque chope perfeito é no copo schinitt, com boa dose de espuma. Espuma, não, creme. E vem de uma torneira só), Adonis (porque chope perfeito é no copo schinitt, com boa dose de espuma. Espuma, não, creme. E vem de uma torneira só), Bar da Amendoeira (porque chope perfeito é no copo schinitt, com boa dose de espuma. Espuma, não, creme. E vem de uma torneira só)

Drinque: Miam MIam (um dos primeiros a apostar numa carta consistente de drinques), Q (roubou a Lara do Londra, e fez muito bem), Mezza (apesar do cardápio gourmet, vale pedir um drinque não um vinho)

Carta de cervejas: Bazzar (não basta ter boa quantidade de rótulos, mas um menu especial para cervejas), Delirium Café (a maior varidade), Aconchego Carioca (campeão dos campeões)

Carta de cachaças: Academia da Cachaça (pioneira em valorizar a pinga), Aprazível (só a pinga feita pela família em Minas já faz merecer a indicação) e Otto (tem até um Clube da Cachaça, além de uma extensa lista)

Área ao ar livre: Aconchego Carioca (um jardinzinho para se gastar a tarde entre comer e bebes), Colombo do Forte (café com vista para a Praia de Copacabana), Aprazível (É Aprazível demais mesmo)

Para casais: Zazá Bistrô (tem até pratos afrodisíacos, embora não sejam chamados assim), Aprazível (uma experiência), Hansl (fondue com vista incrível para a Barra)

Para paquerar: Adega Timão (ferveção do Centro), Braseiro da Gávea (para ver e ser visto, sempre), Bracarense (gente interessante, cariocas e turistas, amigos, solteiros, e facilidade de interação pela proximidade das mesas)

Para ver jogos: Pizza Park da Cobal do Leblon (quero cantar ao mundo inteiro a alegria de ser rubro-negro…), Informal (podemos comer bem), Bartholomeu (animação geral) e Barthodomeu (agito boleiro em Ipanema)

Em hotel: Londra (uma loucura deliciosa), Bar do Lado (agito e boas comidinhas no Leblon), Bar dos Descasados (imperdível para um tête-a-tète regado a drinques ou bons vinhos, ou caipirinhas)

Tapas: Entretapas (o melhor bar de tapas que se tem notícia de todo o Brasil), Venga (vale pelo conjunto da obra), Adega Pérola (um bar de tapas à carioca, criado antes de bares de tapas entrarem na moda)

Quiosque: Quiosque do Português (o melhor da orla), Drink Cafe (bons comes, bebes e ouves: boa música em algumas noites, vale ver a programação), Siri da Praia (posto avançado praiano do Siri Mole, em Copacabana)

– Guloseimas

Sorvete: Itália (a clássica), Mil Frutas (a pioneira em criatividade), Vero (a melhor)

Suco: Universo Orgânico (imbatíveis), Polis Sucos (consagrado), Juice & Co (casa de sucos com bom restaurante a tiracolo)

Comidinha rápida: Yalla (belo fast-food árabe), Bentô (belo fast-food japa), Focaccia (belo fast-food italiano)

Comida de rua: Acarajé da Nega Teresa (parece Salvador, mas com o charme de Santa), Sorvete do Moraes (procure pelo senhorzinho nas tardes do Leblon, ali na Ataulfo, nas imediações da José Linhares, em direção ao Baixo) e

Comer na feira: Sushi do Arnaldo (peixaria na feira que vira suhi bar), Barraca da Chiquita (a melhor da Feira de São Cristóvão), acarajé na feira Hippie de Ipanema

Comer na praia: Biscoito Globo (com Matte Leão, por favor), Hareburguer (sandubão natureba de Ipanema), Sucolé do Claudinho (refrescante) – e ainda tem os sandubas do Uruguaio, no Posto 9…

Doces:  Envídia (ótimos chocolates e um lindo café da tarde), Alda Maria (uma viagem a Portugal), Da Casa da Táta (bolos, pamonha… tudo fresquinho, feito na casa)

Tortas: Kurt (alimentando gerações de cariocas com receitas de inspiração germânico-judaicas), Chaika (endereço antológico, com algumas receitas esculturais) e Aquim (obras de arte adocicadas)

Salgados: Bracarense (o botecão do Leblon ainda é o rei dos salgados), Casa do Alemão O croquete feito por eles merecia ser tombado pela Assembleia Legislativa como patrimônio imaterial fluminense), Caranguejo (além das clássicas empadas de camarão, tem uima lista de salgadinhos marinhos fantástica)

Sanduíche:  Amir (um kebab – e suas variantes – divino), Focaccia (ótimos pães, deliciosos recheios), Casa do Alemão (o sanduba de linguiça feita por eles merecia ser tombado pela Assembleia Legislativa como patrimônio imaterial fluminense)

Burguers: Joe & Leo’s (templos dos hambúrgueres), Bazzar Café (delícia, delícia) e Forneria (alla italiana, assado no forno à lenha)

Café: Bazzar (grãos nobres, cafés da manhã, cafés da tarde, cafés para fazer em casa…), Sorelle (uma academia do café, onde encontramos de tudo, até sabonete feito com o grão), Armazém do Café (não sei bem porque, mas adoro: talvez por ter sido pioneiro).

Delicatessen: Lidador (tentações por todos os lados), Casas Pedro (o mais próximo que chegamos de um bazar árabe), Casa Carandaí (só por nos trazer queijos brasileiros raríssimos merece estar na lista, mas ainda há ótimos pães e vinhos etc)

Café da manhã: Escola do Pão (só nos fins de semana), La Bicyclette  (só não vá nos fins de semana), Talho Capixaba (pata todos os dias)

Pão: La Bicyclette (indescritível, tem que ir lá), Escola do Pão (ninguém é bom professor à toa), Talho Capixaba (fornadas variadas e sublimes, saindo o dia todo)

Comida orgânica: Universo Orgânico (saladas redentoras, preparações criativas), Celeiro (fazem misérias de maneira saudável, leve e deliciosa) e Vegetariano Social Club (provando que o Leblon é campeão no quesito, serve comida leve e fresca, sem carnes e com bons vegetais)

Índice de posts de bares e restaurantes na cidade do Rio de Janeiro (e umas crônicas como essa): clique aqui.

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8 Respostas to “O melhor do Rio: minha “cédula de votação” para a eleição da revista Época””

  1. Júlio Says:

    Cara….vc saca td.Parabéns.Vc escreveu um guia do Rio.VALEU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Saudações tricolores.

  2. Júlio Says:

    Brunaaçççço vc mata a pau.È isso aí.Gostei .Guiagratis do Rio pra se fartar.Agora tem um tal de Rampinha na praça da BANDEIRAS Q É QQR COISA .muito bom.COMIDA PORTUGUESA.

  3. Dri Says:

    Naaaaaaao! Não não e não. O melhor lugar pra ver jogos de futebol, especialmente finais, é o Sindicato do Chopp de Ipanema. Tudo bem, pra quem não for Flamenguista, talvez não seja assim tão divertido. =)

    • brunoagostini Says:

      esse foi um dos quesitos que respondi com menos convicção, e sua sugestão de fato é ótima, dá até vontade de mexer na lista, mas não posso fazer isso, né? bela lembrança. Aliás, a gente tinha que marcar de ver um jogo lá, né? Vamos numa quarta-feira vadia dessas? Beijos

      • Dri Says:

        Ver jogo nas quartas é um programa clássico nosso. Também temos ido no Bunda de Fora, ali na Vinícius. Diz o Pedro que a empada é uma delícia (eu admito que é bem boa, mas como não sou chegada em empadas, não posso dar muito palpite).Na próxima quarta com jogo eu mando um SMS pra ver se rola. beijo!

      • brunoagostini Says:

        Pois é. Acho que é bom assim. Não atrapalha o texto, interrompendo com os preços, e dá às pessoas a possibilidade de saber não só o que comi, mas também todo o resto. Vamos marcar, sim. Manda e-mail antes, que a gente combina. Beijos!

  4. Antonio Says:

    Só posso dizer que discordo radicalmente de uma coisa… uma relação das melhores praias do Rio ignorar a zona oeste é imperdoável, Copacabana com suas águas normalmente escuras (ok, a culpa é da vilipendiada vizinha Baía de Guanabara) não é páreo para nenhuma delas. Joatinga é bonita mas também sofre com poluição que vem da barra da lagoa e de São Conrado, esta última aliás em termos de paisagem é das melhores da cidade, mas infelizmente só serve para olhar.

  5. Adriana Lima F. M. Says:

    Sua lista virou praticamente um guia do Rio de Janeiro, muito boa!
    Algumas coisas eu teria escolhido diferente (mas aí não seria a SUA lista, né? *rs), o sorvete Vero é muito bom, mas prefiro a Sorveteria Brasil.

    E a revista Época deveria mudar o nome de Esportes Radicais para Esportes de Aventura, que é como os praticantes desses esportes preferem ser chamados.

    Outra coisa é que o voo livre na Pedra Bonita não é regulamentado e muitos acidentes acontecem ali… na minha opinião não deveria ser mencionado na votação.

    E quanto a escalada, acho que você queria votar no Costão do Pão de Açúcar, que é nome da via mais turística que tem ali. (mas que precisa de guia de escalada para ser feita)

    ps.: adoro seu blog! Sempre sigo as suas dicas e recomendações.
    Beijos

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