Katia Barbosa, do Aconchego Carioca, cria novo menu para o Delirium Café, em Ipanema, templo carioca da cerveja

A Roberta Sudbrack e a Katia Barbosa, do Aconchego Carioca, são as chefs mais badaladas do momento no Rio de Janeiro. Não à toa, vão juntas representando a cidade para o Toque et Clochers, no começo do mês que vem, no Sul da França.
São amigas, e estão em todas. Essa semana, quando a cidade será invadida por eventos de Bordeaux (leia mais clicando aqui, aqui e aqui), os dois superjantares programados acontecem justamente na Sudbrack. E a moça ainda vai cozinhar para o Príncipe Harry (isso para focarmos nos acontecimentos apenas desta semana).
E a Katia cada vez mostra que seu talento na cozinha, pura intuição e carinho, não se restringe ao bolinho de feijoada, um das maiores invenções da gastronomia brasileira no último século.
Elas estão trabalhando à beça, porque todo mundo quer contar com a capacidade de ambas na montagem de jantares, consultorias para cardápios, eventos, festivais, criação de menus etc etc etc. A assinatura delas vale muito.

Ontem fui apresentado a mais uma dessas investidas. Gosto da decoração de lá, com a fachada pintada, a marca do elefante rosa.

Adorei essas telhas. REpara só que beleza.

Kátia Barbosa criou um novo menu para o Delirium Café, bar sensacional para os amantes da cerveja, em Ipanema (filial do famoso Delirium Café, de Bruxelas, que promete se espalhar pelo país, em forma de franquias).
Pois a Katita, que sabe muito de comida e cerveja, agora, assina o novo cardápio que acaba de entrar em cartaz.
Ontem eles reuniram um pequeno e animado grupo, para provar as novidades, ainda em fase de adaptação. Turminha animada, ilustre e divertida, que contou com os sócios do Entretapas, o chef Jan Santos, brasileiro, e o espanhol Antonio Alcaraz, além de Guilherme Studart, meu ídolo, Lou Bittecourt, minha ídala, e a minha colega Livia Breves, e mais um povo animado. Um senhor petit comitê. Tudo organizado pela querida amiga Cacau.

Bebemos cervejas fantásticas, cada uma escolhida para harmonizar com cada prato.
Antes de mais nada, provamos uma boa porção de linguiça, além de adoráveis pasteizinhos de camarão (com ótima massa e um delicioso recheio, com camarões médios inteiros).

Também fomos nos mexilhões, claro, como num bom endereço de origem belga: primeiros  os pastéis, muito gostosos também, e uma porção deles cozidos, bem frescos (eles são criados em Santa Catarina, e chegam às segundas, quartas e sextas ainda vivos ao bar).


Depois, caldinho de feijão com bacon,…

… sopa de cerveja com chantilly salgado,…

… camarões em massa folheada…

Ainda teve um cordeiro em molho espesso servido com batatinhas laminadas, coxinhas de frango crocantes com dois molhos: de cerveja clara e de cerveja escura, é claro… Foi uma festa!


Encerramos com a cerveja Perigosa, de fato um perigo àquela altura do compeonato…

Índice de posts de bares e restaurantes na cidade do Rio de Janeiro (e umas crônicas como essa): clique aqui.

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