Lasagna, amore mio…

Quando eu era pequeno, pequeno mesmo, antes de me enveredar pelos escalopinhos com molho madeira com champignon e arroz à piemontese, pelo linguado à belle meunière e outras receitas clássicas dos anos 1970 e 1980, eu gostava mesmo era de massa. Espaguete à bolonhesa, nhoque com carne assada e lasanha verde eram os meus preferidos, e quase sempre encontrava nos restaurantes que frequentávamos.

Eu gostava da lasanha do Garden, ali no Jardim de Alá, e também do Rio Napolis, que funcionou ali onde hoje está p Belmonte da Praça General Osório, em Ipanema. Geralmente vinha naquela travessinha, ia ao forno para gratinar, tinha uma massa cozida demais, um molho bechamel grosseiro e um bolonhesa idem, com mussarela e presento, com um toque de parmesão por cima.
Até hoje, devo confessar, provavelmente por razões sentimentais, é um dos pratos que escolho quando vou em casas de perfil, digamos, mais antigo, ou quando peço em casa, porque às vezes tenho uma vontade louca de comer uma massa dessas (pode ser, também, aquela do La Veronese, em Ipanema, com direito a ir até lá com a travessa vazia, para eles completarem com a lasanha).
De maneira que sou um fã de lasanha, e já fiz em casa versões inteessantes, com espinafre e gorgonzola, ou de berinjela com ragú de carne, entre outras.

Recentemente comi uma deliciosa lasanha de cogumelos selvagens no Le Pré Catelan, durante uma degustação de vinhos no almoço (era um menu fechado, o prato não está no menu convencional do estrelado restaurante do Sofitel). Roland Villard é craque em tudo o que faz.
Em São Paulo, explorando umas casas italianas bem clássicas, sempre fui feliz comendo uma bela lasanha, e recomendo a clássica da cantina Lazzarella, em Bela Vista (quase em frente ao famoso Roperto).


Nesta semana que passou voltei para almoçar no Gero. Um dos poucos itens do menu executivo que jamais havia provado era justamente a lasanha. Acabou sendo a minha irresistível escolha como prato principal. Que alegria. Massa saboroso, cozida como se deve, com molhos gostosos e fartos, em montagem delicada. O recheio, um ragú de carne com creme e pedacinhos de cenoura, estava uma maravilha, em toda a sua simplicidade.
Olha só a foto. Preciso acrescentar algo? Que lindeza.
Foi uma alegria danada.

Índice de posts de bares e restaurantes na cidade do Rio de Janeiro: clique aqui.

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