As cervejas, o coelho e o shoulder steak serrano, e a beleza da surpresa e das novidades à mesa

Tô em Petrópolis, para a inauguração da nova fábrica da Bohemia, hoje, mais uma ótima novidade para os cariocas. Parece que o governador vai participar, e já estão preparando um Cachoeira de cerveja para ele.

Passei pela porta do antigo galpão de tijolinhos ontem à noite, e este parece ser um belo presente para a cidade de Petrópolis. É um megainvestimento, de R$ 65 milhões. Dizem que é um dos mais espetaculares complexos cervejeiros do mundo. Parece que é mesmo. Vai ter bar e restaurante, lojas e visitas guiadas interativas, para se conhecer não só os processos de produção da cerveja, mas também a sua História.

Eu sei que, oficialmente, o lugar só começa a receber os visitantes a partir do dia 18 deste mês, com reservas feitas pelo site da cervejaria Bohemia. O ingresso vai custar R$ 39 (inteira), com meia para estudantes e idosos, enquanto petropolitanos pagam R$ 15.

Além da St. Gallen, do menu de cervejas do Bazzar, das ótimas cartas dedicadas a essa bebida que aparecem em vários bares, vemos o nascimento de diversos endereços temáticos, como o Delirium Café, em Ipanema, e o Beer Jack, no Humaitá, especializados em louras, ruivas, morenas e mulatas, nem sempre geladas, claro.

Nesse balaido de novidades, bem-vindas novidades, temos o novo cardápio do Venga, a cargo do jovem chef Rafa Costa e Silva, que saiu do espanhol Mugaritz para tentar o seu lugar ao sol no Brasil.

Logo, logo, a melhor chef do Brasil no momento, na minha opinião, a Roberta Sudbrack, lança uma nova coleção, como ela chama os seus menus, digamos, conceituais, que a cada ano inaugura uma nova fase na carreira dela.

E enquanto chefs como Alex Atala, Gaston Acurio e Helena Rizzo costuram com investidores a chegada ao Rio, Danio Braga já abriu o seu ristorante al mare em Búzios, outra linda aquisição para a gastronomia carioca – tudo bem, vá lá, fluminense.

Vejo as coisas indo bem até onde eu menos esperava. Descobri uma tradicional produtora de coelhos em Teresópolis, lá pelas bandas da roça: paguei R$ 10,50 outro dia para comer o bicho, delicioso (com uma garrafa de cerveja).

Ainda tratando de Teresópolis, em breve preparo mais um post, a respeito da chrrascaria Novilho de Ouro, na Pracinha do Alto. Não visitava o lugar há um bom tempo. Fui na noite do feriado do Dia do Trabalhador. Fizeram uma linda adega, e deram uma guaribada na carta de vinhos. Até aí, tudo bem, assim como os bons cortes de capivara e javali, e uma boa picanha e costela de boi assada longamente. Nem a oferta de prime rib me espantou. Mas quando o garçom ofereceu “shoulder steak” eu não acreditei. O corte desenvolvido pela churrascaria Fogo de Chão me encantou. Não imaginei que pudesse tão rápido chegar a lugares como aquele.

– Usamos gado Red Angus – informa o garçom.

Pois claro que aceitei, e logo vem ele com um espeto.

Carne macia e suculenta, rosada e saborosa. Um espetácul. Melhor até que as que provei na Fogo de Chão.

Ah, como é bom ser surpreendido à mesa, como são deliciosas as novidades.

Índice de posts de bares e restaurantes na cidade do Rio de Janeiro:clique aqui.

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