Menu Agostini: siga a gente no Instagram e no Facebook!

18/11/2020

O site Menu Agostini: siga a gente no Instagram e no Facebook!

Depois de alguns percalços – de ataques de vírus digitais ao CoronaVírus, de quarentenas e outros retardamentos, como trabalhos, viagens etc – este site finalmente está tendo a atenção devida deste editor, que agora está conseguindo sair de casa, visitar restaurantes e provar vinhos e cervejas, num modo minimamente normal.

Dessa pandemia o site incorporou duas novidades. Agora estamos publicando receitas também (posts reunidos nesta página aqui), e há uma nova coluna, Menu em Casa (posts reunidos nesta página aqui), dedicada exclusivamente ao delivery, tendência que já era forte (rappi, iFood e Uber Eats já eram sucesso antes da CoVid-19) mas que ficou ainda mais nesses novos tempos de recolhimento domiciliar.

Então, segue lá a gente no Instagram (@brunoagostinifoto e @menu_agostini) e também a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/MenuAgostini.
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Cerveja de Bandeja: a ótima Craft Beer e a cultura do growler (bebida fresca, mais barata e sem lixo)

18/11/2020

Virei adepto e defensor do uso do growler, e das variações em torno do tema: leve o seu vasilhame e encha com cerveja direto das torneiras dos seus bares preferidos.

Foto de Bruno Agostini

Só vejo benefícios.

1) Vamos começar pelo fator ecológico: com o growler não tem geração de lixo, em forma de garrafas e latas, que poluem, cortam os lixeiros e são pesados para o transporte.

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De Bar em Bar: Conheça o Baianinho, e outros endereços da cultura botequeira em Teresópolis (RJ)

18/11/2020
Calabresa no jiló no Bar do Baianinho – Foto de Bruno Agostini

Teresópolis tem tradição botequeira que vem de longe. Desde o saudoso Café Angelo, na Pracinha do Alto, até a Taberna Alpina, no Centro, com seus quase 70 anos de vida (foi inaugurada em 1954), além de outros endereços tradicionais já com uma boa estrada, como o Caldinho de Piranha, de 1994. São muitos os endereços, e variados de tanto investigar –  e mastigar – este assunto que é dos meus preferidos, eu acabei conhecendo muitos lugares que são quase um segredo, como o acanhado e inacreditavelmente bom Recanto do Baixinho, ao lado do Ginásio Pedrão.

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De Bar em Bar: a Adega do Pimenta – memórias, chope e comida alemã da melhor qualidade

18/11/2020

Eu gosto de lugares com memória e memorabilia. Se for um bar, acho necessário. É o caso da Adega do Pimenta, meu recanto preferido em Santa Teresa, que frequento há mais de 20 anos. As paredes são repletas de lembranças, em forma de fotos, desenhos, pinturas, recortes de jornal, pôsteres que remetem à Alemanha e outros elementos de decoração, como rótulos de cerveja e notas, de todo o mundo, que me fazem viajar, no tempo e no espaço.

O “Prato Matador” – Foto de Bruno Agostini

Eu me recordo das muitas vezes em que estive no pequeno salão, pedindo rodadas de chope e pratos germânicos. Existe até uma crônica do mestre Apicius, que despertou em mim o desejo de escrever sobre comida e bebida. Era só elogios. 

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De Bar em Bar: a Adega do Pimenta – memórias, chope e comida alemã da melhor qualidade

Kanton Bier: um raro, barato e imperdível brewpub em Teresópolis

18/11/2020
Cheeseburger na batata rosti – Foto de Bruno Agostini

Um brewpub, para poder ser chamado assim, é um bar onde as cervejas à venda são produzidas no próprio local. Não há muitos por aqui. Um dos que mais gosto na categoria chama-se Kanton Bier, e fica no bairro do Alto, em Teresópolis.

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Kanton Bier: um raro, barato e imperdível brewpub em Teresópolis

Burger Fest vai até 15 de dezembro, com sabores exclusivos e serviço de entregas

18/11/2020
O B em Americano, do B, de Burger – Foto de divulgação / Lipe Borges

Começou domingo passado a 15ª edição do Burger Fest no Brasil, espalhada por seis capitais, além de algumas cidades metropolitanas e do interior. No Rio são 24 participantes, alguns com várias filiais, como é o caso do T.T. Burger, que participa com cinco lojas, servindo o Blend TT Burger, com queijo cheddar e cebola caramelizada (R$ 39). Como não podia deixar de ser, além do atendimento presencial, os sanduíches podem ser pedidos para entrega em domicílio, ou para retirada nos restaurantes. (No Rio também há participantes em Duque de Caxias, Belford Roxo, Macaé e Rio das Ostras).

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Cama e Mesa: a cozinha do Renato Ialenti, por Nello Cassese – “Tradição em cada prato”

18/11/2020
O chef italiano Renato Ialenti – Foto de Bruno Agostini

– No Rio não tem ninguém que consegue fazer uma culinária raiz italiana de verdade como ele. Ele não faz mistura, entre a culinária brasileira e italiana, como às vezes acontece Ele consegue apresentar o seu país ao Brasil, trazendo a tradição culinária atrás de cada prato. Consegue trazer os sabores, o que muitas vezes é difícil recriar os sabores sem ingredientes principais da Itália. Ele tenta, e muitas vezes consegue, recriar os sabores dos pratos tradicionais da Itália. Ele é da Úmbria, uma região no centro do país, onde a comida é baseada muito em caças, em produtos da terra, como javali, muitos legumes e a famosa trufa negra de Norcia. Tem alguns frios importantes também, como queijos e embutidos. Pratos bem cheios, carregados de sabores. Obviamente estamos falando de uma culinária bem tradicional, mas acredito que realmente não tem ninguém no Rio que faz esse tipo de culinária, raiz. Ele conhece a história, o prato em si, original. Ele não mascara o prato para agradar o público, colocando outros sabores. Ele faz a verdadeira carbonara, a verdadeira amatriciana… Faz a famosa escafada, que ninguém conhece, que à base de favas e guanciale, que ele usa o verdadeiro, não é pancetta ou bacon. Isso reflete muito o que ele tem como missão. É isso o que o cozinheiro tem que fazer. Ele chegou ao Brasil, primeiro trabalhando na Embaixada da Itália, em Brasília, e depois chegou ao Rio, sempre com a missão, de trazer ao Brasil a verdadeira culinária italiana, porque acredito que cada chef tem a sua missão. A minha missão, por exemplo, foi chegar ao Brasil, em 2016, e fazer uma coisa diferente, que foi inovar a culinária italiana, mas sem perder o escopo de cada prato e da tradição. Por isso o Renato, que é muito tradicional, segue a escola dele, e na minha opinião, no Rio ninguém faz a culinária tradicional com ele. Claro que isso leva muitos anos, lava tempo. Ele foi estudar, experimentar. Indo nas trattorias, nas osterias, nos restaurantes típicos, para depois ele colocar no prato. Obviamente a culinária dele passeia pela Itália toda, não só pela Úmbria, a região dele. Porque ele consegue fazer muito bem, consegue recriar os pratos clássicos da Itália, das ilhas, como a Sicília e a Sardenha, até chegar no Norte do país. Uma culinária confortável, muito bem feita, e reflete muito bem a culinária italiana. Por isso, quando eu quero comida italiana raiz italiana de verdade eu vou comer no Alloro.

Quem diz isso, sobre o chef Renato Ialenti, não sou eu, mas ninguém menos do que Nello Cassese, que acaba de confirmar pelo segundo ano consecutivo a sua estrela Michelin, à frente do Cipriani, no Copacabana Palace, e de toda a operação de alimentos e bebidas do hotel, que reabriu, com seus restaurantes, no começo do mês.

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O melhor galeto do Rio é peruano: conheça o Meu Galeto

18/11/2020

Meu Galeto: Mi pollo, tu pollo – Delivery em Botafogo une tradição carioca ao tempero peruano.

Foto de Bruno Agostini

O chef peruano Marco Espinoza, aquele que não para, algumas vezes citado aqui neste  Instagram e lá no site Menu Agostini, foi um dos que se destacaram nesses tristes tempos de pandemia ao abrir novos negócios, como o Lima da Tijuca, e uma operação chamada Meu Galeto, só para delivery, aproveitando a boa estrutura montada em suas duas casas de Botafogo, o peruano Lima e a parrilla argentina (ele estudou gastronomia e morou anos em Buenos Aires) El Chaco – ambos eu recomendo com força.

No Peru o “pollo asado” (frango assado) é um dos pratos mais adorados, e são milhares e milhares de casas dedicadas ao gênero por todo o país. Juntando essa tradição com o hábito do carioca de comer galetos nasceu essa casa, que usa o tempero de influências asiáticas, com sucos de laranja e de limão, gengibre, pimentas, cebola, alho, ervas, somando quase 20 itens na marinada. Assado na brasa…

O resultado é um galeto macio, saboroso e suculento, que pode ser pedido com vários acompanhamentos bem brasileiros, e algo peruano, como a batata-doce gratinada com queijos e mel de melaço (R$ 19). De tintas verde-amarelas temos banana à milanesa (R$ 9) e farofa de ovo (R$ 22). Comum aos dois países, arroz branco (R$ 8) e batatas fritas (R$ 15). Há, ainda, risoto de pimentão e mozzarella (R$ 26) e calabresa com milho e cebola entre outras guarnições. Boa pedida é a caesar salad (R$ 16) e a maionese (caseira) de batata (R$ 22).

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Alerta de indecência: o pornográfico rocambole de torresmo do Herr Pfeffer

18/11/2020

Retrato de um Prato: o rocambole de torresmo do Herr Pfeffer, novidade na área.

O pornográfico rocambole de torresmo do Herr Pffefer, no Leblon: indecente novidade suína e crocante Foto de Bruno Agostini

Esta semana eu conheci mais uma, novidade da temporada no Herr Pfeffer, reforçando que esta boteco alemão do Leblon, filhote da histórica Adega do Pimenta, em Santa Teresa, é o mais sensacional paraíso carioca para os suinófilos, com seus embutidos e patês, seus joelhos, kasslers e feijoadas germânicas, e também o ensopado de linguiça na lentilha (quase tudo com a assinatura de um gênio da charcuteria, um alemão que produz uma linha sensacional, em Mendes-RJ). Prove a chamada linguiça da diretoria, com pimenta verde, e a seleção de patês. Aliás… Prove tudo.. Sem esquecermos do cozido, com uma apanhado disso tudo: eisbein, salsichas, kassler, chouriço e morcela, combinados fartos, para quatro pessoas. Fora o joelhão regado na cerveja, que serve umas seis ou sete pessoas, fácil (sob encomenda).

E o pornográfico rocambole de torresmo do Herr Pfeffer…

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Therezópolis Jade, uma IPA ‘BBB’: boa, bonita e barata

18/11/2020

Cerveja de Bandeja: a IPA Jade e os novos rótulos da Therezópolis.

Foto de Bruno Agostini

As cervejas da Therezópolis estão de roupa nova. Este mês chegou um lote fresquinho, com destaque para a IPA Jade, uma das cervejas de que mais gosto, e que é de longe a que eu mais consumo desde que foi lançada, porque tem uma relação qualidade-preço imbatível.  Geralmente pago uns R$ 12,50, em lojas, já gelada; e por volta de R$ 18, R$ 19, em bares e restaurantes (em supermercado, às vezes acho a R$ 9,50). Considerando que são 600 ml… Difícil achar IPA com preço melhor (o lúpulo é o componente mais caro da cerveja, e esta leva bastante).

Como dizia, o novo lote está ainda um pouco melhor, a sua receita foi ligeiramente ajustada – fora que a IPA vai perdendo seu aroma refrescante com o tempo, não é estilo para se guardar, é justamente o contrário: quanto mais nova, melhor – por isso, fique de olho na data de fabricação.

É uma cerveja que se enquadra perfeitamente no estilo.  E eu tenho uma historinha para contar.

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Cerveja de Bandeja: a IPA Jade e os novos rótulos da Therezópolis